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Releases / Lançamentos

  • A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo
    A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo

    Historiadora Claudia Wasserman lança livro sobre a teoria da dependência pela Editora FGV

    A Editora FGV acaba de lançar a obra “A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo”, da historiadora Claudia Wasserman.  A obra conta as trajetórias de Ruy Mauro Marini, Vânia Bambirra, Theotônio dos Santos e André Gunder Frank e revela as desventuras desses intelectuais que nos anos 1960 discutiram a urgência da Revolução Brasileira.

    Perseguidos pela ditadura militar e exilados, com a anistia eles retornaram ao Brasil procurando as marcas do passado e encontrando as dificuldades para reinserção numa sociedade recém-democratizada. Esses intelectuais tiveram grande importância para a criação da Teoria da Dependência, que serviu para a investigação da realidade latino-americana.

    A pesquisa sobre suas vidas retrata as dificuldades e a solidariedade no exílio, sobretudo no Chile e no México, aborda a produção intelectual e as polêmicas que envolveram os quatro autores, e revela a disputa em torno da paternidade da Teoria da Dependência.

    Assim, esse é um estudo que mescla a obra, a militância e os percalços da vida de pessoas que estiveram no centro dos acontecimentos políticos de sua época e procuraram transformar a realidade a partir de sua participação em organizações políticas e por meio de seu trabalho.

    “A teoria da dependência” também é um livro sobre a história do Brasil e da América Latina e de como os países latinos tratam os seus melhores pensadores, mas igualmente é um resgate do brilho e da validade das contribuições desses quatro intelectuais brasileiros para o desenvolvimento do continente.

  • Memórias digitais: o estado da digitalização de acervos no Brasil
    Memórias digitais: o estado da digitalização de acervos no Brasil

    Os acervos de instituições de memória — como bibliotecas, museus e arquivos — promovem acesso ao conhecimento, à educação e à cultura. E a tecnologia veio para ampliar o acesso do público a esses documentos. O novo livro da Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “Memórias Digitais: o estado da digitalização de acervos no Brasil”, traz reflexões sobre os pontos positivos e negativos a respeito da digitalização desses acervos no Brasil.  

    Escrito por Bruna Castanheira, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio (FGV Direito Rio/CTS), e Mariana Giorgetti Valente, doutoranda em direito pela USP, a publicação é fruto de um projeto do CTS para examinar temas fundamentais à digitalização de acervos no país: tecnologia, padrões e metadados; direito; políticas institucionais e financiamento.

    Nesse contexto, o livro apresenta os principais desafios enfrentados para a digitalização de acervo por meio de artigos de renomados profissionais que trabalham com instituições de memórias, em suas mais diversas esferas e em experiências internacionais relevantes. Entre outros temas, são abordadas questões sobre o financiamento de acervos, direitos autorais, políticas públicas para digitalização e preservação de acervos.

    Para as especialistas, a superação dos desafios apontados no livro pavimentará o caminho rumo à democratização do acesso ao conhecimento. “O desenvolvimento das tecnologias digitais e das renovadas formas de comunicação pela internet traz a possibilidade desses acervos serem divulgados e chegarem a mais pessoas, acabando com limitações geográficas e, consequentemente, financeiras”, avalia Bruna Castanheira.

    O livro é um esforço de oferecer um panorama geral de questões de interesse a quem esteja refletindo sobre acervos digitais ou embrenhando‑se em um projeto de digitalização. 

  • A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso
    A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso

    Papel da Justiça no cotidiano do brasileiro é tema de livro da Editora FGV

    Obra traz texto do ministro do STF Luís Roberto Barroso                                 

    A Editora FGV, em parceria com a FGV Direito SP, vai lançar no dia 2 de abril, em São Paulo, o livro A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso. A obra foi redigida a partir de um artigo do ministro do Supremo Tribunal Federal – A razão sem voto: o Supremo Tribunal Federal e o governo da maioria.

    Oscar Vilhena Vieira e Rubens Glezer, professores da FGV Direito SP e organizadores da obra, prepararam um verdadeiro diálogo constitucional com professores de pós-graduação em Direito de diferentes instituições de ensino, por meio de uma coletânea de 18 ensaios. Os textos dialogam diretamente com as ideias propostas pelo ministro Barroso e têm como foco o papel constitucional do Judiciário, mais especificamente do Supremo Tribunal Federal.

    As ideias colocadas em discussão através do artigo A razão sem voto, por vezes se contrapõem a alguns dos cânones da teoria constitucional, provocando ainda mais a troca de ideias. Por outro lado, seu autor se dispõe a debater de forma aberta e objetiva a descrição das operações teóricas, políticas e morais que estruturam as decisões do Supremo Tribunal Federal nos dias de hoje.

    Neste livro, o ministro aceita o convite de submeter seu texto a uma avaliação por parte de colegas da academia, alguns deles seus ex-alunos, através desses 18 artigos produzidos especificamente para debater com os argumentos do texto.                    

    A nova obra da Editora FGV é uma aula de Direito Constitucional e um exercício fundamental sobre o papel, cada vez mais relevante, da Justiça no dia a dia do povo brasileiro. A sessão de autógrafos contará com participação do ministro Luís Roberto Barroso e dos organizadores do livro, os professores da FGV Oscar Vilhena Vieira e Rubens Glezer.

     

  • Macroeconomia
    Macroeconomia

    Professor titular da Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE), o economista Fernando de Holanda Barbosa, lança o livro Macroeconomia. Com objetivo de apresentar os diferentes modelos dessa vertente da economia, a obra apresenta os principais modelos de crescimento econômico, de flutuação econômica e de determinação do nível de preços.

    O livro expõe modelos como keynesiano, crescimento econômico da economia aberta, sustentabilidade da dívida pública e da dívida externa, inflação crônica e hiperinflação, entre outros.

    Cada modelo é especificado com uma abordagem matemática idêntica: os sistemas dinâmicos de equações diferenciais. Estes sistemas permitem uma análise bastante simples do equilíbrio, da estabilidade e da dinâmica comparativa dos modelos.

    Organizado em quatro partes, o livro é segmentado em modelos de preços flexíveis; modelos de preços rígidos; e modelos de políticas monetárias e fiscais. O livro apresenta uma melhor compreensão dos modelos de ciclo e de crescimento econômico, das agendas, mas também permite a comparação das previsões de cada um desses modelos.

    A obra tem um capítulo dedicado exclusivamente à restrição orçamentária do governo, o arcabouço teórico adequado para a análise das patologias da não sustentabilidade da dívida pública e da hiperinflação. Portanto, é mais do que indicada para compreender as crises econômicas vividas pelos países da América Latina. 

  • A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares
    A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares

    A sucessão nas grandes empresas familiares sempre é alvo de muito interesse do mundo corporativo, por tudo que envolve os grandes negócios dessas companhias. Gerdau, Papaiz, Lacta e Mesbla são alguns dos cases de processos sucessórios analisados no novo livro da Editora FGV “A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares”, que será lançado no próximo dia 10 de outubro, às 17h, na Livraria FGV.

    Escrita por Antonio Carlos Trindade de Moraes Filho e André Luis Fernandes Limeira, a obra mostra a relação de pais e filhos de grandes companhias familiares que hoje são responsáveis por mais da metade da geração de emprego, renda e tributos do planeta, mostrando a importância dessas organizações no cenário econômico e social mundial.

    O livro aborda as organizações familiares sobre duas vertentes: as empresas como um negócio de tradição e com relevância na sociedade e predominantes na atualidade no meio empresarial no Brasil e no mundo; e a sobreposição entre família e empresa, quando organizações familiares enfrentam diversos outros desafios, que não apenas os do mercado, que poderão ajudá-las na perpetuação do patrimônio familiar ou poderão mitigar os negócios e a relação de união entre os membros da família.

    A união de família e negócios é complexa e muitas vezes pode evoluir ao longo dos anos com bons resultados financeiros, mas sempre com alguns conflitos. O processo de sucessão é o que apresenta a maior tensão, porque pode envolver profundas mudanças na cultura e na identidade da empresa.

    Como conciliar família e negócios? Como conseguir destaque quando o objetivo da empresa tiver a tendência de favorecer os familiares em vez de seguir a lógica do mercado? Esses são alguns dos dilemas sofridos pelos membros dessas companhias. No livro, empresários, gestores, consultores e acadêmicos são estimulados a entender a dinâmica de funcionamento desse modelo de empresas, intricadas desde o seu início pelas complexidades e singularidades envolvidas.  

    Além disso, a obra traz uma análise das mais importantes pesquisas científicas publicadas, no Brasil e no exterior, para, a partir da psicanálise, explanar a origem dos conflitos, dos dilemas enfrentados, apontar possibilidades de solução, para compreender os fatores subjacentes na relação entre pai e filho empresários.

     

  • Universidade S.A.: as companhias de capital aberto da educação superior no Brasil
    Universidade S.A.: as companhias de capital aberto da educação superior no Brasil

    O pro­cesso de transformação das instituições de educação superior brasileiras em grandes grupos educacionais, com atuação nacional e in­ternacional, é o tema do livro Universidade S.A.: as companhias de capital aberto da educação superior no Brasil, que será lançado pela Editora FGV no dia 31 de agosto, na Livraria da Travessa de Ipanema, no Rio de Janeiro.  

    A obra, que faz parte da Coleção FGV de Bolso – Série Economia & Gestão, mostra que o setor de educação superior no Brasil teve grande valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) nos últimos cinco anos e tornou-se um negó­cio de excelente retorno para os investidores.

    Essas companhias de capital aberto recebem um número grande de jovens e adultos no ensino superior, aumentando a taxa de matrícula do país e tornando o contexto nacional peculiar nesse segmento: instituições de ensino supe­rior pouco profissionalizadas disputando espaço e alunos com os grandes grupos educacionais.

    Nas quase 100 páginas, os autores Paula Caleffi e Alexandre J. L. Mathias – sócios na empresa Comatrix Educação –, refletem sobre qual modelo de educação superior é ne­cessário para o país, que ainda tem uma grande defasagem de inserção da população nas universidades.

    O livro aborda ainda pontos relevantes para a discussão sobre o ensino superior no Brasil, como a distorção entre o ensino público e o privado, a inclusão do papel do gestor no processo de ensino/aprendizagem, as discussões sobre a figura do aluno como cliente e o papel das universidades S.A. no futuro da educação brasi­leira.