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Releases / Lançamentos

  • Em busca do desenvolvimento perdido: um projeto novo-desenvolvimentista para o Brasil
    Em busca do desenvolvimento perdido: um projeto novo-desenvolvimentista para o Brasil

    A Editora FGV lança no dia 20 de agosto, em São Paulo, o livro Em busca do desenvolvimento perdido: um projeto novo-desenvolvimentista para o Brasil, do economista Luiz Carlos Bresser-Pereira. Na obra, ele apresenta um diagnóstico dos problemas fundamentais do Brasil a partir de uma teo­ria econômica em construção - o novo desenvolvimentismo, que procura definir os fatos históricos novos que levaram a economia brasileira a uma quase-estagnação, que já dura quase 40 anos.

    No livro, Bresser mostra as duas formas históricas de organizar o capitalismo: o desenvolvimentismo e o liberalis­mo econômico; critica o liberalismo econômico e as elites econômicas, políticas e intelectuais brasileiras, bem como o populismo econômico e cambial, entre vários outros temas ligados à economia.

    Ao mesmo tempo, ele faz propostas concretas sobre uma política macroeconômica, a partir das duas contas básicas (a fiscal e a cambial) e dos cinco preços macroeconômicos (a taxa de juros, a taxa de câmbio, a taxa de salários, a taxa de inflação e a taxa de lucro). Bresser defende ainda a política industrial e a política de exportação de bens e serviços crescentemente sofisticados.

    “É preciso uma teoria que explique as baixas taxas de investimento, as altas taxas de juros e o desaparecimento da indústria, que deixam o país a cada ano mais para trás no seu desenvolvimento perante outras nações do mundo”, afirma Bresser-Pereira.

     

    O lançamento do livro terá um debate entre o autor e os professores convidados André Roncaglia de Carvalho (Unifesp) e Samuel Pessôa (FGV IBRE).

    Dia 20 de agosto, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional | SP.

     

  • Valeu a pena! Mercado de capitais: passado, presente e futuro
    Valeu a pena! Mercado de capitais: passado, presente e futuro

    Editora FGV e FGV Direito Rio lançam livro sobre Roberto Teixeira da Costa e o mercado de capitais no Brasil

    Roberto Teixeira da Costa foi o primeiro presidente da Comissão de Valores Mobiliários, em 1977, e também o precursor na defesa dos interesses dos investidores minoritários e da utilização do mercado pelas empresas.

    A história do mercado de capitais no Brasil está diretamente associada à trajetória profissional deste personagem, e esse percurso está registrado no livro Valeu a pena! Mercado de capitais: passado, presente e futuro, publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio.

    Esta autobiografia, que se confunde com a história da economia do país, possui registros fundamentais para o entendimento da evolução do mercado nacional, além de possuir “recomendações” de grandes nomes.

    De acordo com Fernando Henrique Cardoso, autor do prefácio da obra, “mais do que a vivência de uma pessoa que se destaca por sua permanente inquietação e presença na vida pública brasileira, o livro conta a história do mercado de capitais entre nós e, consequentemente, diz muito sobre nossa evolução econômico-financeira.”

    Jorge Paulo Lemann, que teve Roberto Teixeira da Costa como primeiro chefe, assina a orelha do livro destacando que “Num país de pouca institucionalização, Roberto sempre pensou muito à frente e tentou criar um arcabouço para o desenvolvimento de longo prazo.”

    Para Edemir Pintor, autor do texto de apresentação, “O novo livro de Roberto Teixeira da Costa já nasce como um clássico na literatura econômica do Brasil. Primeiro, pelo autor, que está entre os “fun­dadores” do mercado financeiro e de capitais do país. Segundo, pela sua rica narrativa, que descreve sua intensa vida profissional nos últimos 60 anos, uma carreira que se confunde com a construção das bases da moderna economia brasileira.”

    Nas palavras de Pedro Malan, que redigiu o texto da contracapa, “Este livro resume escritos que cobrem uma vida longa e produtiva de experiências exemplares e a reflexão do autor sobre elas, com o benefício da perspectiva de quem tem “memórias vividas”.

    Mas o autor não se furta a – nos capítulos finais – olhar à frente e perguntar-se sobre o futuro do mercado que tão bem conhece: descreve os gargalos que “dificultam um mercado mais forte” e as reformas estruturais necessárias para tal.

    Trata-se de uma obra de fundamental importância para a compreensão do mercado de capitais, acompanhado e desenvolvido de perto por Roberto Teixeira da Costa, que finaliza o livro desvendando que o título Valeu a pena!indica que esse longo período de minha vida profissional foi compensador e em momento algum lamento o fato de a ele ter me dedicado com persistência e determinação.”

    E deixa a todos os leitores a seguinte reflexão: “...devemos assistir ao filme Brasil e não nos basearmos em um momento específico que pode nos transmitir falsas impressões. Temos que perseguir os objetivos de mudanças com obstinação, e não esperar resultados imediatos. Mas elas virão!”

     

    A noite de autógrafos será na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, dia 21 de agosto, às 19h.

  • A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso
    A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso

    Papel da Justiça no cotidiano do brasileiro é tema de livro da Editora FGV

    Obra traz texto do ministro do STF Luís Roberto Barroso                                 

    A Editora FGV, em parceria com a FGV Direito SP, vai lançar no dia 2 de abril, em São Paulo, o livro A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso. A obra foi redigida a partir de um artigo do ministro do Supremo Tribunal Federal – A razão sem voto: o Supremo Tribunal Federal e o governo da maioria.

    Oscar Vilhena Vieira e Rubens Glezer, professores da FGV Direito SP e organizadores da obra, prepararam um verdadeiro diálogo constitucional com professores de pós-graduação em Direito de diferentes instituições de ensino, por meio de uma coletânea de 18 ensaios. Os textos dialogam diretamente com as ideias propostas pelo ministro Barroso e têm como foco o papel constitucional do Judiciário, mais especificamente do Supremo Tribunal Federal.

    As ideias colocadas em discussão através do artigo A razão sem voto, por vezes se contrapõem a alguns dos cânones da teoria constitucional, provocando ainda mais a troca de ideias. Por outro lado, seu autor se dispõe a debater de forma aberta e objetiva a descrição das operações teóricas, políticas e morais que estruturam as decisões do Supremo Tribunal Federal nos dias de hoje.

    Neste livro, o ministro aceita o convite de submeter seu texto a uma avaliação por parte de colegas da academia, alguns deles seus ex-alunos, através desses 18 artigos produzidos especificamente para debater com os argumentos do texto.                    

    A nova obra da Editora FGV é uma aula de Direito Constitucional e um exercício fundamental sobre o papel, cada vez mais relevante, da Justiça no dia a dia do povo brasileiro. A sessão de autógrafos contará com participação do ministro Luís Roberto Barroso e dos organizadores do livro, os professores da FGV Oscar Vilhena Vieira e Rubens Glezer.

     

  • A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares
    A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares

    A sucessão nas grandes empresas familiares sempre é alvo de muito interesse do mundo corporativo, por tudo que envolve os grandes negócios dessas companhias. Gerdau, Papaiz, Lacta e Mesbla são alguns dos cases de processos sucessórios analisados no novo livro da Editora FGV “A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares”, que será lançado no próximo dia 10 de outubro, às 17h, na Livraria FGV.

    Escrita por Antonio Carlos Trindade de Moraes Filho e André Luis Fernandes Limeira, a obra mostra a relação de pais e filhos de grandes companhias familiares que hoje são responsáveis por mais da metade da geração de emprego, renda e tributos do planeta, mostrando a importância dessas organizações no cenário econômico e social mundial.

    O livro aborda as organizações familiares sobre duas vertentes: as empresas como um negócio de tradição e com relevância na sociedade e predominantes na atualidade no meio empresarial no Brasil e no mundo; e a sobreposição entre família e empresa, quando organizações familiares enfrentam diversos outros desafios, que não apenas os do mercado, que poderão ajudá-las na perpetuação do patrimônio familiar ou poderão mitigar os negócios e a relação de união entre os membros da família.

    A união de família e negócios é complexa e muitas vezes pode evoluir ao longo dos anos com bons resultados financeiros, mas sempre com alguns conflitos. O processo de sucessão é o que apresenta a maior tensão, porque pode envolver profundas mudanças na cultura e na identidade da empresa.

    Como conciliar família e negócios? Como conseguir destaque quando o objetivo da empresa tiver a tendência de favorecer os familiares em vez de seguir a lógica do mercado? Esses são alguns dos dilemas sofridos pelos membros dessas companhias. No livro, empresários, gestores, consultores e acadêmicos são estimulados a entender a dinâmica de funcionamento desse modelo de empresas, intricadas desde o seu início pelas complexidades e singularidades envolvidas.  

    Além disso, a obra traz uma análise das mais importantes pesquisas científicas publicadas, no Brasil e no exterior, para, a partir da psicanálise, explanar a origem dos conflitos, dos dilemas enfrentados, apontar possibilidades de solução, para compreender os fatores subjacentes na relação entre pai e filho empresários.

     

  • A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo
    A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo

    Historiadora Claudia Wasserman lança livro sobre a teoria da dependência pela Editora FGV

    A Editora FGV acaba de lançar a obra “A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo”, da historiadora Claudia Wasserman.  A obra conta as trajetórias de Ruy Mauro Marini, Vânia Bambirra, Theotônio dos Santos e André Gunder Frank e revela as desventuras desses intelectuais que nos anos 1960 discutiram a urgência da Revolução Brasileira.

    Perseguidos pela ditadura militar e exilados, com a anistia eles retornaram ao Brasil procurando as marcas do passado e encontrando as dificuldades para reinserção numa sociedade recém-democratizada. Esses intelectuais tiveram grande importância para a criação da Teoria da Dependência, que serviu para a investigação da realidade latino-americana.

    A pesquisa sobre suas vidas retrata as dificuldades e a solidariedade no exílio, sobretudo no Chile e no México, aborda a produção intelectual e as polêmicas que envolveram os quatro autores, e revela a disputa em torno da paternidade da Teoria da Dependência.

    Assim, esse é um estudo que mescla a obra, a militância e os percalços da vida de pessoas que estiveram no centro dos acontecimentos políticos de sua época e procuraram transformar a realidade a partir de sua participação em organizações políticas e por meio de seu trabalho.

    “A teoria da dependência” também é um livro sobre a história do Brasil e da América Latina e de como os países latinos tratam os seus melhores pensadores, mas igualmente é um resgate do brilho e da validade das contribuições desses quatro intelectuais brasileiros para o desenvolvimento do continente.

  • Universidade S.A.: as companhias de capital aberto da educação superior no Brasil
    Universidade S.A.: as companhias de capital aberto da educação superior no Brasil

    O pro­cesso de transformação das instituições de educação superior brasileiras em grandes grupos educacionais, com atuação nacional e in­ternacional, é o tema do livro Universidade S.A.: as companhias de capital aberto da educação superior no Brasil, que será lançado pela Editora FGV no dia 31 de agosto, na Livraria da Travessa de Ipanema, no Rio de Janeiro.  

    A obra, que faz parte da Coleção FGV de Bolso – Série Economia & Gestão, mostra que o setor de educação superior no Brasil teve grande valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) nos últimos cinco anos e tornou-se um negó­cio de excelente retorno para os investidores.

    Essas companhias de capital aberto recebem um número grande de jovens e adultos no ensino superior, aumentando a taxa de matrícula do país e tornando o contexto nacional peculiar nesse segmento: instituições de ensino supe­rior pouco profissionalizadas disputando espaço e alunos com os grandes grupos educacionais.

    Nas quase 100 páginas, os autores Paula Caleffi e Alexandre J. L. Mathias – sócios na empresa Comatrix Educação –, refletem sobre qual modelo de educação superior é ne­cessário para o país, que ainda tem uma grande defasagem de inserção da população nas universidades.

    O livro aborda ainda pontos relevantes para a discussão sobre o ensino superior no Brasil, como a distorção entre o ensino público e o privado, a inclusão do papel do gestor no processo de ensino/aprendizagem, as discussões sobre a figura do aluno como cliente e o papel das universidades S.A. no futuro da educação brasi­leira.