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Releases / Lançamentos

  • Gestão escolar no Brasil
    Gestão escolar no Brasil

    FGV Editora lança livro sobre Gestão escolar no Brasil

    Novo livro pretende ampliar a discussão sobre temas estratégicos ao desenvolvimento da educação no Brasil

     

     

    O livro Gestão escolar no Brasil, publicado pela FGV Editora, vem a público em momento opor­tuno e necessário.

    A iniciativa do Centro de Desenvolvimento da Gestão Pública e de Políticas Edu­cacionais (FGV/DGPE) foi pensada para atender estudantes e profissionais do campo da gestão escolar, sobretudo professores que ocupam as funções de direção e coordenação de escolas.

     

    As autoras Sofia Lerche Vieira, Eloisa Maia Vidal e Jaana Flávia Fernandes Nogueira apresentam, de forma didática, informações essenciais e aprofundam reflexões es­tratégicas para a compreensão dos desafios envolvidos na tarefa de promover uma gestão voltada para a aprendizagem das crianças e dos estudantes de toda a educação básica. A obra traz um aprofundamento da análise no campo da política educacional, oferecendo uma contribuição oportuna e estratégica ao enfrentamento dos grandes desafios dessa esfera de atuação.

     

    As considerações iniciais do livro são apresentadas em uma introdução que, de modo sucinto, aborda a organização geral da obra. Na sequência, são aprofundados os temas do planejamento e da gestão escolar, além da questão da gestão pedagógica, tendo como temas centrais a proposta pedagógico-curricular da escola.

    A gestão relacional - expressão que abrange a gestão de pessoas, a gestão democrática, a relação esco­la/família/comunidade e a participação e parcerias externas - também faz parte desse estudo; bem como a gestão administrativo-financeira, tema relevante por favorecer a organização da escola para que os aspectos centrais possam ocorrer de modo adequado.

    Outro tema estratégico à gestão escolar contemporânea dis­cutido no livro é a gestão de indicadores educacionais.

    Assim, a contribuição para a formação de gestores comprometidos com o pleno funcionamento administrativo da escola e com sua função social na promoção da aprendizagem de saberes, competên­cias e habilidades de todos os estudantes é o foco desta obra.

    Para marcar o lançamento do livro no formato digital, com versão impressa em breve, a FGV Editora promoverá um webinar com a participação das autoras, além do Deputado Federal Antonio Idilvan de Lima Alencar, convidado especialmente para o evento, que terá a mediação do professor e diretor do FGV/DGPE, José Henrique Paim.

     

    O evento será dia 3 de setembro, às 14h, com transmissão pelo Canal da FGV no Youtube.

  • Gestão pública e saúde
    Gestão pública e saúde

    Editora FGV lança livro sobre gestão pública e saúde

     

    Diferenças e semelhanças entre as gestões pública e privada, corrupção, gestão pública e desafios e novas propostas para o SUS são tratados na obra de Ricardo de Oliveira

    A Editora FGV lança o livro Gestão pública e saúde, do especialista em planejamento de saúde, Ricardo Oliveira, que chega ao mercado em momento mais que oportuno. Uma crise mundial na saúde, provocada pelo novo coronavírus, chamou a atenção para a necessidade de termos sistemas de saúde sólidos e resilientes no mundo.

     

    A motivação para o livro surgiu das grandes manifestações popula­res, iniciadas em junho de 2013, quando a população cobrava melhoria dos serviços públicos, e do advento da Operação Lava-Jato, em 2014, com os escândalos de corrupção. O autor baseou o livro em sua passagem como secretário estadual de Saúde do Espírito Santo, entre de 2015 e 2018. Nele, apresenta suas experiências, visões e alternativas sobre o sistema de saúde brasileiro.

    Nos capítulos iniciais da obra, Ricardo Oliveira demonstra as diferenças entre a administração pública e a privada na saúde, a começar pela distinção das suas finalidades. Reflete ainda sobre as semelhanças que devem ser almejadas, como a maior eficiência na gestão pública, inspiradas nos modelos de gestão do setor privado.

    A partir da sua experiência, Ricardo debate questões relativas à gestão da saúde pública. O autor entra em defesa do SUS, que, como aponta, possui problemas que devem e podem ser solucionados com uma gestão mais eficiente. Para ele, superá-los depende de uma visão do conjunto dos problemas de assistência à saúde e de gestão. Além da unidade política entre o Ministério da Saúde, estados e municípios, para liderar e sustentar esse processo de melhoria, é preciso mobilizar os conselhos de classe, Poder Judiciário, Ministério Público, De­fensoria Pública e organismos que defendam os interesses dos usuários. Melhorar o SUS, de acordo com o autor “trata-se de uma tarefa coletiva, que envolve interesses de toda a sociedade”.

    As mazelas do Sistema vão além da corrupção e da má gestão. Ricardo aponta ainda o crescimento acelerado da judicialização da saúde, principalmente nos últimos cinco anos, e a necessidade de conter esse avanço e reduzi-lo a um nível aceitável. Em uma linguagem direta e prática, Gestão pública e saúde demonstra que as deficiências podem ser solucionadas numa ação articulada de curto, médio e longo prazos, que ultrapassa gestões governamentais.

    De acordo com o prefácio da obra, assinado pelo especialista Eugênio Vilaça MendesO SUS não é um problema sem solução; o SUS é uma solução com problemas”, e Ricardo de Oliveira nos aponta propostas para enfrentá-los.

     

    Para marcar este lançamento, o autor da obra, Ricardo de Oliveira, o economista Armínio Fraga e a médica e pesquisadora da UFRJ, Lígia Bahia, se encontrarão dia 13 de outubro para um bate-papo sobre as questões relacionadas aos problemas e possíveis soluções da gestão pública da saúde no Brasil.

     

  • A invenção do mercado: a formação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) segundo os seus primeiros presidentes (1976-1988)
    A invenção do mercado: a formação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) segundo os seus primeiros presidentes (1976-1988)

    Novo livro aborda criação e estruturação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

    A obra apresenta entrevistas e narrativas biográficas dos cinco primeiros presidentes responsáveis pela formação da CVM e pela “invenção” do mercado brasileiro

    A FGV Editora acaba de lançar o livro “A invenção do mercado: a formação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) segundo os seus primeiros presidentes (1976-1988)”. Na obra, os autores Izabel Nuñez e Paulo Augusto Franco revelam a “criação” e a estruturação da CVM sob as perspectivas de seus cinco primeiros presidentes através das entrevistas colhidas com Roberto Teixeira da Costa, Jorge Hilário Gouvêa Vieira, Adroaldo Moura da Silva, Victorio Fernando Bhering Cabral e Luís Octavio Carvalho da Motta Veiga, durante os anos de 2017-2018.

    Mais do que apresentar esta história em versão linear e ordenada, os autores trazem uma investigação a respeito dos sentidos percebidos pelos entrevistados e suas narrativas biográficas com as experiências concretas empregadas ao processo de formação do mercado de ações no Brasil.

    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) foi criada e consolidada no momento em que a modernização conservadora brasileira atingia um alto grau de internacionalização da economia e o “milagre econômico” malograva. O livro igualmente fornece elementos para uma sociologia do grupo social a que pertencem os entrevistados, revelando, por exemplo, suas redes familiares e de amizade, seu treinamento no exterior (especialmente nos Estados Unidos) e sua atuação na iniciativa privada.

    A obra tem por objetivo apresentar, além da história da instituição em si, contribuições para a história do pensamento econômico e político brasileiro, tendo em mente, em especial, a necessidade de conferir clareza aos chamados grandes processos sociais, em busca das diversidades na lógica de grandes conceitos como o “mercado” e o “direito”.

  • O fascismo em camisas verdes: do integralismo ao neointegralismo
    O fascismo em camisas verdes: do integralismo ao neointegralismo

    FGV Editora lança obra sobre o integralismo e o neointegalismo

     

    Os autores Leandro Pereira Gonçalves e Odilon Caldeira Neto contam de forma didática para o grande público como foi a construção de parte da história do Brasil sob a influência do fascismo e os reflexos desta trajetória nos dias atuais.

     

                 “O fascismo em camisas verdes: do integralismo ao neointegralismo” é o livro que qualquer leitor pode acessar para compreender o atual momento em que o Brasil se encontra. Esta afirmação vem dos próprios autores da obra, Leandro Pereira Gonçalves e Odilon Caldeira Neto, professores de História da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). “O livro tem uma escrita fluida, evidentemente baseada nos fatos históricos, mas sem a tradicional roupagem das publicações acadêmicas”, informa Leandro. “Inserimos bastante fotos e ilustrações que dialogam com o texto e facilitam a compreensão do leitor que não tem tanta intimidade com os conceitos historiográficos. A ideia é atingir a todos, sem exceção”, reforça Odilon. Esta proposta para elaboração de um material histórico voltado para o grande público ganhou o aval da FGV Editora e agora chega aos leitores.

                O livro traça a história do fascismo no Brasil desde sua origem, com Plínio Salgado, Gustavo Barroso e Miguel Reale, até às ações mais recentes, como o ataque à produtora Porta dos Fundos. Este evento foi considerado pelos autores como a mola propulsora para a elaboração do material. Isso porque, nas buscas policiais aos responsáveis pelo ataque à sede da produtora, a polícia apreendeu simulacros de armas, facas e mais de 100 mil Reais, além de livros relacionados com o universo da extrema direita: de Plínio Salgado a Olavo de Carvalho, cujo nome circula com frequência nas redes sociais e conversas do cotidiano.

    “Compreender a atualidade significa mergulhar no nosso passado”, revela Odilon. E esta “viagem no tempo” é feita nas páginas do livro. Os autores elucidam como foi a trajetória do integralismo, cujo principal líder foi Plínio Salgado, registrando que “no início o movimento era organizado sob influência do fascismo original”, como destaca Leandro.

    Na época, o futuro líder dos camisas-verdes, como era conhecido o movimento integralista no Brasil, se relacionou face a face com Benito Mussolini, líder dos fascistas italianos, os camisas-negras. Plínio Salgado seria a “versão brasileira” de Mussolini e se autodenominava gênio, dando aos intelectuais um papel de destaque nesse novo Brasil.

    O projeto de Plínio era audacioso e visava levar as ideias integralistas adiante. Para isso, fundou a AIB (Ação Integralista Brasileira), em 1932, por meio do Manifesto de Outubro, com elogios à autoridade, críticas aos partidos políticos e ao “perigo vermelho” do comunismo. Os integralistas faziam denúncias de uma conspiração contra o Brasil, apresentavam propostas de um programa social para defender a família conservadora, bem como um Estado de tipo fascista, o Estado Integral - fazendo uso do lema “Deus, pátria e família” - e consolidavam, entre os seguidores, gestos, bandeiras e símbolos (o Sigma, de volta às ruas com os neointegralistas), vestimentas (camisas verdes) e saudação própria, como o Anauê.

    Baseado nestes lemas e posturas, o integralismo arrebatou centenas de milhares de apoiadores. No início, conquistou certa simpatia do então presidente Getúlio Vargas e esta relação, marcada por idas e vindas, é contada em detalhes no livro. O movimento chegou, inclusive, a planejar o assassinato de Vargas no Palácio Guanabara, em uma cena incomum, com vários integralistas mortos, enquanto o líder dos camisas-verdes, Plínio Salgado, acompanhava os relatos em São Paulo, afastado de qualquer perigo.

                Outro fato retratado no livro é a captura de Plínio Salgado, tempos depois, considerado um episódio singular na História. O líder integralista foi preso na Fortaleza de Santa Cruz e se autoexilou em Portugal. Retornou ao Brasil com um novo projeto de partido político, fundamentado no integralismo, que deu apoio ao golpe de 1964 e à construção da ditadura civil-militar. “A trajetória de Plínio é o retrato do movimento integralista do Brasil, cercado de acordos e alianças e repleto de adeptos e entusiastas, muitos deles intelectuais, como o poeta Vinícius de Moraes, que chegou a colaborar com a imprensa do movimento”, avaliam os autores Leandro e Odilon.

                 A morte de Plínio Salgado em 1975 parecia ser a pá de cal no movimento. O falecimento do líder do integralismo foi lamentado por muitos políticos importantes, entre eles, Ulysses Guimarães. Mas, a saída de cena de Plínio acabou dando lugar ao neointegralismo, que buscou manter acesa a chama dos ideais fascistas dos camisas-verdes. Os autores justificam no livro esta tendência já em 1975 com fatos que se estenderam até 2001. Leandro Gonçalves diz que “neste período, os neointegralistas se relacionaram com diversas tendências da extrema direita brasileira e internacional, e muitas vezes flertaram abertamente com o neonazismo”.

                O livro “O fascismo em camisas verdes: do integralismo ao neointegralismo” traça o panorama histórico de forma leve e dinâmica até chegar no ano de 2004. Após este período, de acordo com os autores, os neointegralistas realizaram um grande evento em busca da unificação. Esta ação, no entanto, provocou o que eles consideram uma “disputa”. Odilon justifica que “diversos grupos passaram a brigar pela herança da Ação Integralista Brasileira”.

    Como consequência da disputa, nos últimos anos esses movimentos radicalizaram suas ações, consideradas pelos autores do livro como fruto da agitação da extrema direita brasileira, que culminou com a eleição de Jair Bolsonaro. Um desses grupos neointegralistas foi responsável pelo ataque à Produtora Porta dos Fundos no Natal de 2019.

    Atualmente, os movimentos do neointegralismo são compostos por diversos grupos que mantém uma intensa agenda de radicalização política. Os autores comentam que seus temas giram em torno do conservadorismo, da misoginia, do antissemitismo e da crítica aos partidos políticos. “Os grupos são atuantes e têm alcance e força nas redes sociais e nas ruas, e ganham cada vez mais adeptos”, ratificam Leandro e Odilon, e vale ressaltar que, de acordo com levantamento recente, só no mês de maio de 2020 mais de 200 novos grupos de tendência e conteúdo neonazista, com objetivos bem próximos aos neointegralistas, criaram páginas na internet.

    O livro descreve a caminhada do integralismo e suas bases para o neointegralismo, que também conta com apoios de lideranças políticas em toda a sua história e dessa perspectiva não ficam de fora as relações do movimento com o bolsonarismo e até as questões que envolvem integralismo e a pandemia de Covid-19.

    O lançamento está marcado para o dia 14 de julho, às 18h. O evento segue a tendência do momento e acontece por meio de uma Webinar, com transmissão ao vivo, reunindo os autores e o jornalista Octávio Guedes, que assina o prefácio. A conversa vai elucidar nosso momento atual e ainda alimentar as conversas do cotidiano a partir das páginas de “O fascismo em camisas verdes: do integralismo ao neointegralismo”.

  • Brasil 1982-2019: uma coletânea de artigos na área de economia
    Brasil 1982-2019: uma coletânea de artigos na área de economia

    Editora FGV lança coletânea de artigos sobre a economia brasileira

     

    O diretor da FGV EPGE, Rubens Penha Cysne, seleciona uma série de artigos sobre a economia brasileira escritos durante mais de três décadas

     

    Uma série de artigos do economista Rubens Penha Cysne publicados na imprensa brasileira entre os anos de 1982 e 2019 são reunidos no livro Brasil 1982-2019: uma coletânea de artigos na área de economia, publicado pela Editora FGV em parceria com a Escola Brasileira de Economia e Finanças, FGV EPGE.

    O enfoque analítico utilizado na obra é relativo à análise macroeconômica, mas há textos que apresentam uma abordagem mais ampla, envolvendo ideias pertinentes a áreas das ciências sociais afins à economia.

    Os artigos desta coletânea são divididos entre as décadas abordadas - 1980, 1990, 2000 e 2010 - de acordo com a data de publicação na imprensa e, em uma segunda divisão, com base em um índice de grandes temas, que cobrem assuntos de ordem fiscal, previdenciária, regulatória, monetária e cambial.

    Planos de estabilização, reformas econômicas, equilíbrio das contas externas, pobreza, desigualdade, crescimento e inflação também são temas abordados nos artigos, a exemplo da evolução da inflação e tentativas de reduzi-la ocorridas no período de 1982 e 1994 e os sete planos de econômicos que antecederam o Plano Real.

    Brasil 1982-2019: uma coletânea de artigos na área de economia chega em formato digital, já disponível no site da Editora FGV, bem como nas lojas da Apple, Amazon e GooglePlay, e será lançado no formato impresso após o período crítico de isolamento social.

     

     

  • Classes médias e política no Brasil : 1922-2016
    Classes médias e política no Brasil : 1922-2016

    Editora FGV lança novo livro do sociólogo Adalberto Cardoso

    Obra trata da atuação política das classes médias e está disponível em formato digital

     

    A Editora FGV lança o livro “Classes médias e política no Brasil: 1922-2016”, do sociólogo Adalberto Cardoso, que traz elementos sobre aspectos centrais da tensa relação das classes médias com a política, tanto em relação à identidade dessas classes quanto para os processos sociais e políticos que delas se alimentam. Cardoso abre seu livro lembrando que a ideia original era escrever sobre as classes médias, mas depois percebeu que seria necessário discutir também sua atuação política. E o que era para ser apenas um capítulo acabou se avolumando, resultando no livro agora lançado.

    Cardoso investiga a ação política das classes médias na história brasileira, durante o período denominado por ele como “longo ciclo de Vargas”, que tem início com as revoltas tenentistas de 1922 e termina com o golpe militar de 1964. Também faz parte da abordagem a relação entre classes médias e política durante a ditadura militar-civil, termo utilizado pelo autor, quando as classes médias estiveram majoritariamente com os militares por todo o período. O autor faz a ressalva de que uma proporção não desprezível da oposição, como o movimento estudantil de classe média e a luta armada, também foi encabeçada predominantemente por esta classe.

    A obra faz, na sequência, uma incursão no debate sobre o processo que derrubou Dilma Rousseff em 2016, do ponto de vista do papel das classes médias no processo de polarização. Cardoso argumenta que a conjuntura 2013-2016 foi típica dos processos de formação de classe, nos quais coletivos em luta constroem identidades coletivas referenciadas nos adversários e na disputa pela determinação dos rumos a serem dados ao país, isto é, no âm­bito da política como lugar de definição dos fins da ação pública.

    Na obra, Cardoso recupera ainda uma pequena parcela da discussão internacional sobre a relação entre classes médias e política, com um olhar de longa duração em modo “voo de pássaro”. Faz dialogar argumentos de autores tão díspares quanto Aristóteles, Alexis de Tocqueville, Karl Marx, Charles Wright Mills, Scott Lash e Klaus Eder, dentre outros, para trazer à superfície da análise sociológica a centralidade das classes médias nas dinâmicas sociais e política da ordem burguesa, bem como suas metamorfoses no tempo.

     

    Classes médias e política o Brasil: 1922-2016

    Editora FGV

    Autor: Adalberto Cardoso

    E-book disponível em todas as plataformas

    Impresso após o período de isolamento