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Releases / Lançamentos

  • Direitos humanos e vida cotidiana
    Direitos humanos e vida cotidiana

    Primeira incursão da Editora FGV na área de livros didáticos, Direitos humanos e vida cotidiana, obra elaborada e publicada em parceria com a Escola de Direito de São Paulo da FGV, Direito SP, trata, em linguagem direta e com abordagem de casos concretos, os conceitos fundamentais dessa área, que abrange tantas outras.

    Destinado aos docentes e estudantes do Ensino Médio, mas acessível  e indicada ao público em geral, o livro está inserido numa perspectiva de educação em direitos humanos, apoiada pelas Diretrizes Nacionais para Educação do Ministério da Educação, e pretende contribuir na consolidação de uma cultura sobre esses direitos, voltada para a formação e fortalecimento de valores que envolvem ética, tolerância, solidariedade, aceitação das diversidades e a erradicação de atos de preconceito, violência, discriminação, desigualdade e abuso.

    A educação nesta área, mesmo que não relacionada diretamente a uma disciplina obrigatória, vai despertar ou desenvolver nos alunos e professores da Educação Básica a noção de que, individual ou coletivamente, toda a sociedade é capaz de crescer e reinventar o mundo, com bases mais justas, e não apenas repetir os erros recorrentes na história.

    Leitura obrigatória, mesmo que não exigida na grade curricular, que complementa o ensino das ciências humanas e amplia as discussões nas salas de aula e nos lares brasileiros.

    Direitos humanos e vida cotidiana, que chega num momento oportuno para a sociedade como um todo, aproxima o entendimento da nossa capacidade de indignação, relacionada à primeira matéria, ao que vivemos diariamente num país polarizado e em crise, mas que busca novas alternativas para a igualdade social.

     

  • Macroeconomia
    Macroeconomia

    Professor titular da Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE), o economista Fernando de Holanda Barbosa, lança o livro Macroeconomia. Com objetivo de apresentar os diferentes modelos dessa vertente da economia, a obra apresenta os principais modelos de crescimento econômico, de flutuação econômica e de determinação do nível de preços.

    O livro expõe modelos como keynesiano, crescimento econômico da economia aberta, sustentabilidade da dívida pública e da dívida externa, inflação crônica e hiperinflação, entre outros.

    Cada modelo é especificado com uma abordagem matemática idêntica: os sistemas dinâmicos de equações diferenciais. Estes sistemas permitem uma análise bastante simples do equilíbrio, da estabilidade e da dinâmica comparativa dos modelos.

    Organizado em quatro partes, o livro é segmentado em modelos de preços flexíveis; modelos de preços rígidos; e modelos de políticas monetárias e fiscais. O livro apresenta uma melhor compreensão dos modelos de ciclo e de crescimento econômico, das agendas, mas também permite a comparação das previsões de cada um desses modelos.

    A obra tem um capítulo dedicado exclusivamente à restrição orçamentária do governo, o arcabouço teórico adequado para a análise das patologias da não sustentabilidade da dívida pública e da hiperinflação. Portanto, é mais do que indicada para compreender as crises econômicas vividas pelos países da América Latina. 

  • Memórias digitais: o estado da digitalização de acervos no Brasil
    Memórias digitais: o estado da digitalização de acervos no Brasil

    Os acervos de instituições de memória - como bibliotecas, museus e arquivos - promovem acesso ao conhecimento, à educação e à cultura. E a tecnologia veio para ampliar o acesso do público a esses documentos. O novo livro da Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio, “Memórias Digitais: o estado da digitalização de acervos no Brasil”, traz reflexões sobre os pontos positivos e negativos a respeito da digitalização desses acervos no Brasil.  

    Escrito por Bruna Castanheira, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio (FGV Direito Rio/CTS), e Mariana Giorgetti Valente, doutoranda em direito pela USP, a publicação é fruto de um projeto do CTS para examinar temas fundamentais à digitalização de acervos no país: tecnologia, padrões e metadados; direito; políticas institucionais e financiamento.

    Nesse contexto, o livro apresenta os principais desafios enfrentados para a digitalização de acervo por meio de artigos de renomados profissionais que trabalham com instituições de memórias, em suas mais diversas esferas e em experiências internacionais relevantes. Entre outros temas, são abordadas questões sobre o financiamento de acervos, direitos autorais, políticas públicas para digitalização e preservação de acervos.

    Para as especialistas, a superação dos desafios apontados no livro pavimentará o caminho rumo à democratização do acesso ao conhecimento. “O desenvolvimento das tecnologias digitais e das renovadas formas de comunicação pela internet traz a possibilidade desses acervos serem divulgados e chegarem a mais pessoas, acabando com limitações geográficas e, consequentemente, financeiras”, avalia Bruna Castanheira.

    O livro é um esforço de oferecer um panorama geral de questões de interesse a quem esteja refletindo sobre acervos digitais ou embrenhando‑se em um projeto de digitalização. 

  • Livros didáticos de história: entre políticas e narrativas
    Livros didáticos de história: entre políticas e narrativas

    Editora FGV lança obra que discute os livros didáticos de História

    Os livros didáticos são a principal fonte de informação dos jovens desde que entram na escola; porém, muitas vezes, os conteúdos dessas obras são questionados por especialistas e também pela mídia. Pensando nesse viés, a Editora FGV lança na próxima segunda, 17 de julho, no Rio de Janeiro, a publicação “Livros didáticos de História: entre políticas e narrativas”.  

    Organizado pelos professores Helenice Rocha, Luiz Reznik e Marcelo de Souza Magalhães, estudiosos de longa data sobre o ensino de História no Brasil, o livro foi fruto de anos de investigação de grandes especialistas na área e vem para apresentar reflexões sobre o ensino de História nas escolas do Brasil.

    Logo na primeira parte, “Políticas públicas para o livro didático de História”, os autores recapitulam as políticas estatais em relação aos materiais escolares, que atingiu novos patamares com a criação do Programa Nacional do Livro Didático. O leitor tem a oportunidade de acompanhar a trajetória do Programa a partir das análises daqueles que, em diferentes momentos, se envolveram com a sua formulação.

    Por elaborarem uma narrativa sobre o passado remoto, mas também sobre o passado recente, que tende a repercutir de forma mais apaixonada e direta sobre os brasileiros, os livros didáticos de História, especificamente, estão entre os mais visados pela crítica pública, em especial a jornalística, que representa a posição de determinados segmentos da sociedade.

    Assim, as críticas feitas na imprensa aos livros didáticos repercutem diretamente sobre os governantes e as políticas públicas de educação, pondo em xeque até mesmo a validade e os métodos adotados em tais políticas.

    Os livros didáticos de História se tornaram objeto de disputa social pela narrativa válida, especialmente no que se refere ao tratamento conferido a determinados conteúdos curriculares. Em síntese, de um lado, o da crítica social, temos as políticas públicas para o livro didático que precisam considerar tais críticas como expressão da sociedade para a formulação de suas ações. De outro, o objeto concreto das diferentes críticas: o que dizem os livros didáticos de História.

    Esses dois lados consolidam os eixos estruturantes deste livro e do projeto que o originou: as políticas públicas para o livro didático e as narrativas que constituem os textos dos livros didáticos de História.

     

    Serviço

    Lançamento Livros didáticos de História: entre políticas e narrativas”

    Data: 17/07

    Hora: 19h

    Local: Blooks Livraria – Praia de Botafogo, 316 – Botafogo – Rio de Janeiro

    Organizadores: Helenice Rocha, Luiz Reznik e Marcelo de Souza Magalhães

    Páginas: 288

  • Crime e política: corrupção, financiamento irregular de partidos políticos, caixa dois eleitoral e enriquecimento ilícito
    Crime e política: corrupção, financiamento irregular de partidos políticos, caixa dois eleitoral e enriquecimento ilícito

    Corrupção, caixa dois e financiamento irregular de partidos políticos são alguns dos temas abordados na obra

    A Editora FGV está lançando o livro “Crime e Política”, organizado por Alaor Leite e Adriano Teixeira. A partir da perspectiva do direito penal, a nova publicação traz à tona algumas das questões centrais no combate à corrupção, como financiamento de campanha, caixa dois, enriquecimento ilícito e recuperação de ativos.

    Quando uma doação eleitoral corresponde a uma propina? Qual é a relação entre corrupção e caixa dois? Há especificidades do crime de corrupção quando o funcionário é agente político? O voto do deputado em projeto de lei de interesse de doador de campanha pode ser ato de corrupção? Essas e outras perguntas são esmiuçadas nas páginas de “Crime e Política”.

    Por intermédio de uma análise comparada de autores alemães, brasileiros, espanhóis e portugueses, a obra amplia o conhecimento sobre o repertório de ferramentas jurídicas e posturas institucionais voltadas a enfrentar práticas ilegais e abusivas. Esse novo panorama, revelado com a operação Lava Jato, trouxe á tona a relação desvirtuada entre o setor público/estatal e o privado, outro ponto abordado.

    A obra também pontua a falta de consistência nas propostas de reformas legais e institucionais. Na visão dos especialistas, as reformas são capazes de assegurar maior eficiência do sistema penal, transparência e controle do financiamento de campanha, dos procedimentos licitatórios e dos meandros da regulamentação estatal da atividade econômica.

    Por fim, com base em experiências estrangeiras, os autores também tratam dos aspectos penais e tributários da corrupção, da criminalização autônoma do enriquecimento ilícito e do financiamento irregular de campanhas eleitorais, entre outros temas. “Crime e Política” é uma leitura imperdível para quem quer entender hoje a realidade política brasileira.

  • Redemocratização e mudança social no Brasil
    Redemocratização e mudança social no Brasil

    Release:

    Redemocratização e mudança social no Brasil reúne um conjunto de ensaios – organizado por Maria Celina D'Araujo – que levanta o debate sobre um estilo de vida centrado na liberdade e na igualdade vivenciadas e produzidas hoje por um novo ator social: o indivíduo autônomo, que é centro, meio e fim da vida coletiva. Nesse viés, o livro destaca questões como a comunicação globalizada, a supressão aparente de barreiras geográficas e epistemológicas e os fenômenos sociais acentuados justamente por essa nova dimensão.

    Estruturada como uma organizada miscelânea de assuntos tratados a partir de perspectivas bem marcadas, que ressaltam a importância maniqueísta das simetrias e polaridades no processo da formação socioeconômica do Brasil – trazendo à tona a abertura ou a reação ao mercado como a instituição central da modernidade –, a obra apresenta reflexões sobre o elo entre partidos políticos, elite dirigente e governo; a escola como instrumento básico de democratização; a cidade como espaço a ser discutido em face de um novo conjunto de identidades e agenciamentos; e o debate das questões relacionadas à violência e sobre os processos de imigração (e tráfico) envolvendo significativamente a mulher.

     

    O livro tem como ponto alto a abordagem de variados aspectos das ciências sociais ou “disciplinas da condição humana”, conforme aponta o antropólogo Roberto DaMatta em sua apresentação da obra, que revela, ainda, uma investigação dos aspectos políticos das arenas de trocas eminentemente políticas, como é o caso do federalismo nacional.

    Redemocratização e mudança social no Brasil representa, ainda, outro novo elemento muito vivo em um mundo que está em permanente mudança: a ausência de um autor de referência e de qualquer grande teoria finalizadora ou arrematadora. O que o volume traz é um conjunto maior, mais complexo e mais explícito de questões do que de respostas, convidando o “leitor-indivíduo” a refletir e avaliar as consequências – ou as fronteiras – de suas ações individuais como agente social.