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Releases / Lançamentos

  • Favela: quatro décadas de transformações no Rio de Janeiro
    Favela: quatro décadas de transformações no Rio de Janeiro

    FGV Editora lança tradução do livro de Janice Perlman

    Favela: quarenta anos de transformações no Rio de Janeiro

    Janice estuda a história das favelas cariocas há cinco décadas. Sua pesquisa vem acompanhando seus moradores desde 1968.

    A antropóloga é reconhecida mundialmente entre os primeiros estudiosos a viver em favelas do Rio de Janeiro durante a realização de pesquisa de campo. Seus livros, artigos e entrevistas são referência para todos interessados no tema.

    Foi professora titular de Planejamento Urbano e Regional na Universidade da Califórnia, Berkeley e desde então dá aulas em diversas universidades pelo mundo. Janice ganhou os prêmios Guggenheim e Fulbright, entre outros. Ela possui um PhD em Ciências Políticas e Estudos Urbanos pelo MIT.

    Sua primeira obra, publicada no Brasil como O mito da marginalidade: favelas e política no Rio de Janeiro (Editora Paz e Terra, 1977) é um ponto de referência para acadêmicos, ONGs, autoridades e agências internacionais.

    Trinta anos depois, ela voltou ao Rio para realizar uma pesquisa longitudinal, seguindo as trajetórias de vida dos entrevistados originais, além de seus filhos e netos. Favela: quarenta anos de transformações no Rio de Janeiro, relata os resultados desse estudo intergeracional e narra as vidas e os destinos de centenas de residentes de favelas encontrados em seu livro seminal.

    A obra, publicada originalmente em inglês pela Oxford University Press, trata do processo da sociabilidade no Rio de Janeiro de 1968 a 2008 quando a questão urbana assumiu centralidade para a compreensão e resolução dos nossos problemas. Nesse período, as simbologias morro/asfalto; centro/periferia, e a cidade partida englobando todas essas, tornaram-se uma espécie de enigma da esfinge, desafiando todos nós a decifrá-lo ou sermos devorados pelas nossas contradições urbanas.

    Categorias como violência urbana, marginalidade, associativismo, trajetórias individuais e familiares são elementos que fornecem um quadro rico e complexo que torna-se uma referência importante a quem quiser estudar a própria cidade do Rio de Janeiro, e não apenas as suas favelas.

    O livro apoia, com as informações coletadas ao longo do tempo, os amplos movimentos que refletem a “cidade que queremos” e a publicação se dará num momento de extrema importância e de oportunidades para influenciar o debate atual. A professora Janice não só dá voz às pessoas e comunidades marginalizadas, mas também o faz com autoridade acadêmica. Este livro é o segundo volume da Trilogia Favela; Janice já está escrevendo o livro final, baseado na sua pesquisa realizada entre 2015 e 2019.

     

    O ebook também estará disponível para compras nas lojas da Amazon, iBooks, Google Play e Kobo.

    Lançamento

    A obra, que será publicada primeiramente em formato digital, terá um lançamento especial, com a presença da autora Janice Perlman num bate-papo com a jornalista Flávia Oliveira, o historiador Paulo Knauss e o economista e diretor do IPP Mauro Osorio.

    O evento, que comemora o aniversário de 455 anos da cidade, será no Instituto Pereira Passos (Rua Gago Coutinho, 52 – Laranjeiras), dia 4 de março, às 18h30.

    Na ocasião, a FGV Editora fará distribuição de código promocional para aquisição do ebook em seu site.

  • Acontecimentos políticos brasileiros pela ótica da imprensa
    Acontecimentos políticos brasileiros pela ótica da imprensa

    Editora FGV lança obra da historiadora Alzira Alves de Abreu sobre atuação da imprensa no cenário político durante 50 anos

    Ao longo dos anos, a imprensa apresentou fatos e acontecimentos que permitem, hoje, entender o que ocorreu e o que ocorre em nossa sociedade.

    A análise da historiadora Alzira Alves de Abreu sobre a atividade jornalística no período que vai dos anos 1920 até o final dos anos 1970, deu origem à obra Acontecimentos políticos brasileiros pela ótica da imprensa, que nos permite conhecer a relação entre imprensa e a história dos acontecimentos políticos brasileiros.

    A partir do episódio das “cartas falsas”, publicadas pelo jornal Correio da Manhã, em 1921, a autora examina o papel que a imprensa exerceu nesse episódio e permite entender algumas das características que marcaram a atuação dos jornais nos anos 1920 e as mudanças que eles sofreram ao longo das décadas seguintes.

    Durante os anos do Estado Novo (1937-1945), e em seguida o período Vargas de 1950 a 1954, ocorrem a criação de novos jornais e as transformações na imprensa brasileira. Durante os anos de Juscelino Kubitschek e a construção de Brasília, toma-se conhecimento da famosa reforma do Jornal do Brasil, que influenciou mudanças em vários jornais nesse período.

  • Belmonte: caricaturas dos anos 1920
    Belmonte: caricaturas dos anos 1920

    FGV Editora lança obra sobre o caricaturista Belmonte e sua atuação nos anos 1920

    A autora Marissa Gorberg analisa as caricaturas que o artista intelectual paulistano

    Belmonte publicou nas revistas cariocas Careta e Frou-Frou entre 1923 e 1927

     

    Após a I Guerra Mundial (1914-1918), o período convencionado como belle époque (1898-1914) ficara para trás, e os loucos anos 1920 despontavam com provocações e enfrentamentos inéditos.

    A imprensa periódica se afirmava como lugar privilegiado de construção de um mundo em ebulição. Instrumento crucial de comunicação, entretenimento e informação, as revistas de variedades ofereciam espaço privilegiado para que a caricatura registrasse uma gama variada de temas que parecem pertencer aos anos 2020: relações de gênero, feminismo, machismo, moda, androgenia, obsessão pelas aparências, fragmentação social, entre outros.

    Seus personagens e assuntos emergiam do cotidiano, exibindo e criticando comportamentos de forma leve e clara, com poder de síntese, capazes de alcançar o leitor comum que conseguia identificar em sua vida situações similares. Até por isso, crônicas e caricaturas demoraram muito a ser aceitas e valorizadas no mundo acadêmico, o que já não ocorre mais.

    No livro Belmonte: caricaturas dos anos 1920, Marissa Gorberg analisa a obra do cartunista e aponta as possíveis conexões entre traços biográficos e sua produção artística, situando Belmonte também no espaço do movimento modernista dos anos 1920 e identificando o personagem como um “fotógrafo” do cotidiano que, com seu olhar crítico, distorce, acentua traços com o intuito de fazer ver, de possibilitar alguma identificação e, principalmente através da ironia, assumir uma posição crítica.

    A análise da produção de um artista intelectual paulistano no Rio de Janeiro também exigiu da autora uma leitura mais focada na então capital da República, e todas as mudanças ocorridas na cidade naquele período, já que tratava do cotidiano de uma metrópole cosmopolita, ou que se pensava como tal, em estilo de vida, modos e costumes de sua elite.

    Nesta obra, publicada pela FGV Editora em comemoração ao centenário dessas produções dos loucos anos 1920, os retratos oferecidos por Belmonte podem ajudar a esclarecer muitos aspectos de nossa história social, flagrados pelo filtro da perplexidade que colocava em questão certas práticas e acontecimentos da época.

  • A museologia: história, evolução, questões atuais
    A museologia: história, evolução, questões atuais

    FGV Editora lança o livro A museologia

     

    A tradução da obra francesa de André Gob e Noémie Drouguet – La muséologie – chega ao Brasil pela FGV Editora para preencher a lacuna de obras atuais dedicadas à museologia.

    Disciplina emergente, a museologia se situa na interseção de diferentes domínios das ciências sociais e humanas: É sociologia quando se interroga sobre o lugar do museu na sociedade e analisa seus públicos. É pedagogia na medida em que se preocupa com a missão didática do museu. Participa plenamente das ciências da comunicação, contribuindo para o estudo da exposição como mídia específica. E está intimamente ligada à história pela dimensão patrimonial do museu.

    Ela se interessa pelo conjunto dos museus, qualquer que seja sua natureza, e tem afirmado seu lugar entre as disciplinas acadêmicas e alcançado uma posição importante como formação profissional.

    Com o objetivo de servir como uma introdução à museologia e também cobrir o amplo leque de pontos de vista sobre o museu, o livro A museologia mostra a interdisciplinaridade desta matéria e destaca as condições de equilíbrio entre as diferentes funções que o museu é chamado a exercer no seio da sociedade.

    A abordagem dos autores permitiu renovar a visão da gestão dos museus e relatar os desenvolvimentos recentes em técnicas museográficas, particularmente as novas tecnologias.

     

     

  • O que há de novo sobre o Estado Novo?: Autoritarismo e democracia
    O que há de novo sobre o Estado Novo?: Autoritarismo e democracia

    Editora FGV lança obra com novo olhar sobre o Estado Novo

    “O que há de novo sobre o Estado Novo” aborda a influência do período na formação da sociedade brasileira, até os dias de hoje

    Em momento no qual o mundo discute as características dos modelos democráticos, o que os alimenta ou enfraquece, a editora FGV lança, no próximo dia 03 de dezembro, a coletâneaO que há de novo sobre o Estado Novo: autoritarismos e democracia.”

    No empenho de institucionalizar um novo mode­lo, de feição corporativa, o Estado Novo impôs, paradoxalmente, uma forma de gestão pública que influenciou decisivamente  tanto a democracia de 1946 quanto a ditadura militar instaurada em 1964. O estabelecimento dessa marca, verificado desde os anos 1930 e consolidado a partir de 1937, deixou um legado profundo na sociedade brasileira e em sua cultura política.

    A presente obra se volta para as diversas perspectivas desse legado, pensando o Estado Novo brasileiro em comparação a outros regimes autoritários, como os da Argentina, Portugal e Itália. Para tanto, o livro abre espaço para as mais atuais discussões sobre o tema, do ponto de vista de diversos historiadores e cientistas sociais, brasileiros e estrangeiros que, ao longo dos últimos anos, apresentaram abordagens renovadoras sobre o período.

    “O que há de novo sobre o Estado Novo: autoritarismos e democracia” busca, assim, jogar luz sobre a herança desse regime autoritário, com ênfase em um novo olhar, capaz de abarcar questões ainda ausentes nos estudos sobre o tema, como a história das mulheres, em suas lutas e papéis sociais, durante as ditaduras de 1937 e 1964.

  • Vinho e mercado: fazendo negócios no Brasil
    Vinho e mercado: fazendo negócios no Brasil

    Editora FGV lança obra que discute o mercado de vinho no Brasil

     

    Qual a posição do Brasil no cenário vinícola mundial?

    Um grande produtor exportador, ou um importador importante e alvo da cobiça dos grandes e tradicionais países produtores?

    Até o final da década de 1990, o mercado brasileiro de vinhos era suprido em quase 90% do seu consumo pela produção interna. A partir da virada do milênio o cenário mudou, as importações passaram a crescer continuamente, a participação dos vinhos nacionais caiu - em 2018 para 66% - e o crescimento geral está caminhando a passos lentos. A liderança brasileira está mantida, mas é inegável que está fortemente ameaçada.

    A obra Vinho e mercado: fazendo negócios no Brasil, da Editora FGV, analisa fatores importantes que contribuíram para a forte queda de participação dos vinhos do Brasil e como os diferentes players dos vários segmentos — os “puros sangues” do comércio on-line, as grandes superfícies do varejo e os pequenos varejistas — têm reagido e gerenciado esta transformação.

    Preços elevados, baixo poder de consumo da população, concorrência com outras bebidas, falta de cultura para consumir vinhos, fortes distorções fiscais, margem de lucro dos players do comércio podem ser apontados como as principais dificuldades para o lento crescimento do consumo de vinhos no Brasil.

    Neste livro de Valdiney Ferreira estão reunidas essas e outras versões e opiniões dos líderes de empresas e entidades do setor, que podem jogar luz nos caminhos futuros do mercado brasileiro de vinhos e apresentar algumas respostas sobre possibilidades de a produção nacional suprir a demanda do mercado interno e até competir no mercado mundial.

    O livro será lançado no dia 5 de agosto, após o Seminário Vinho & Mercado 2019, que faz parte da programação do Rio Wine and Food Festival.