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Lendo J. M. Coetzee

Livro Digital Adobe Digital Editions Programa indispensável para download. ISBN: 9788573912265 Edição: (NOVA EDIÇÃO) Ano: 2015

Lendo J. M. Coetzee

Organizador(es): Kathrin H. Rosenfield, Lawrence Flores Pereira
Obras dos autores

Este ebook é uma produção da Editora UFSM.
Lendo Coetzee reúne mais de dez críticos brasileiros e estrangeiros que abordam por diversos ângulos a quase totalidade da obra coetzeeana. Essa abordagem de fôlego é o resultado de um diálogo que começou em 2010, quando a obra Diário de um ano ruim serviu como um filtro de releitura do famoso ensaio de Freud "O Mal-estar na Cultura", em um evento de mesmo nome em Porto Alegre. Desde então, os colegas aqui reunidos contribuíram com ensaios de síntese sobre os aspectos mais evidentes e importantes desta obra: violência, trauma, injustiça, sofrimento, censura, opressão, tortura e também do engajamento por tudo que tende a escapar à nossa atenção, dos animais aos seres que desaparecem do nosso horizonte por terem sofrido mutilações físicas, psíquicas ou por terem sido exilados (nos vários sentidos da palavra). Mas além da revisão do escritor na encruzilhada de realidade e ficção, o volume aborda também uma avaliação da obra crítica e teórica do professor Coetzee. Este livro é a primeira e, por enquanto, única coletânea crítica no Brasil sobre Coetzee ? e visa introduzir o público brasileiro nas interpretações (surpreendentemente diversas) que as mesmas obras deste autor suscitam quando lidas a partir de horizontes de expectativas tão distintas quanto o Brasil, a África do Sul ou a Austrália.

- Apresentação. Kathrin H. Rosenfield e Lawrence Flores Pereira

- 1. Para falar dessa ferida seria preciso a língua de um deus: sobre a representação do Trauma da Violência da Township. Derek Attridge. Tradução: Adriane Veras e Rosalia Garcia

- 2. Duplicando o escritor David Attwell sobre seu diálogo textual com J.M. Coetzee. David Attwell e Elleke Boehmer. Tradução: Rosalia Garcia, Carlos Roberto Ludwig e Enéias Tavares

- 3. Um lugar onde os corpos são os seus próprios signos: uma releitura de Foe, de J.M. Coetzee, via Gubar, Spivak, Parry e Levinas. Kim L. Worthington. Tradução: Sandra Sirangelo Maggio e Rosalia Garcia

- 4. Autobiografia de um Outro. James Meffan. Tradução: Adriane Veras e Rosalia Garcia

- 5. Ambiguidade moral e ficcional em Desgraça/Desonra. Kathrin H. Rosenfield

- 6. Partiu para sempre – Desonra, de Coetzee. Ian Glenn. Tradução: Elaine Barros Indrusiak

- 7. A vida da ficção na nova idade das trevas. Adriano Schwartz

- 8. O Verão de Nossa Desimportância. Maria da Glória Bordini

- 9. A publicação de Disgrace, de J.M. Coetzee e a Submissão do Congresso Nacional Africano à Comissão de Direitos Humanos: os farm attacks, a AIDS, os temores brancos e as tentações da censura. Lawrence Flores Pereira

- 10. J.M. Coetzee e o chamamento à velhice na contemporaneidade fragmentada. Gunter Axt

- 11. Mal-estar da cultura e ética da linguagem em desonra, de J.M. Coetzee. Rejane Pivetta de Oliveira

- 12. Disgrace e a Amoralidade do Desejo. André Klaudat

- 13. Cristais da Memória em J.M. Coetzee: Reflexões em torno do estar à margem e do paradoxo em Diário de um ano ruim. Lucia Helena

- 14. Cenas da vida animal em J.M. Coetzee. Maria Esther Maciel

- 15. Desde que eu não tenha que me transformar em uma pessoa melhor: O sem-sentido moral do Direito em Desonra de J.M. Coetzee. José Garcez Ghirardi

- Biografias

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