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Felisberta e sua gente: consciência histórica e racialização em uma família negra no pós-emancipação rio-grandense

Livro Impresso ISBN: 9788522517503 Edição: 1 Ano: 2015 Largura: 16.00 cm Comprimento: 23.00 cm Peso: 490 gramas Número de Páginas: 272

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Felisberta e sua gente: consciência histórica e racialização em uma família negra no pós-emancipação rio-grandense

Autor(es): Rodrigo De Azevedo Weimer
Obras do autor

A história da memória da escravidão entre os descendentes da ex-escrava Felisberta é o principal tema do livro. Em aberto diálogo com as lutas políticas contemporâneas de combate ao racismo e de valorização da História dos afrodescendentes no Rio Grande do Sul e, por extensão, no Brasil, o livro torna-se um convite para o leitor descobrir os recentes e inovadores caminhos da escrita de nossa própria História.

Apresentação
Origem do livro
Mapa do livro
Aventuras na tórrida tarde de Osório
Uma proposta de trabalho
Pós-Abolição e tempo presente
Mapa do território pesquisado
Uma abordagem geracional de arranjos familiares
Mulheres e os interlúdios de racialização
Fontes: contando histórias
Mnemosine e Clio, Clitemnestra e Electra
Mapa de capítulos

Capítulo 1 - Geração de escravos
O pardo Manoel Inácio, também chamado de Manoel Inácio Osório Marques
Criações, lavouras, canaviais, engenhos e atafonas
Inácias crioulas, Terezas africanas
Aqueles que não eram mais escravos
Felisberta, a “escrava livre”
O que significa ser escravo para os descendentes de escravos?
Prenomes e pronomes: o nominável e o inominável na experiência escrava
Interlúdios de racialização I: Manoel branco, Manoel pardo, Felisberta preta

Capítulo 2 - Geração de camponeses
A herança de Manoel Inácio
Fazer farinha para criar crioulas
Interlúdios de racialização II: A “cor” na polícia e na Justiça

Capítulo 3 - Geração de migrantes
Motivos para partir - narrativas de expropriação
Motivos para partir - a terra que enfraqueceu
Motivos para partir - narrativas de direitos
Interlúdios de racialização III: A “cor” no cartório ou o retorno dos “italianos”
Interlúdios de racialização IV: A “cor” na festa
O trabalho nas cidades - “esses negócios dos homens quando se encontram”
Os que não migraram - “assim que nós fizemos a nossa vida”
Os que voltaram - “ela indo pra lá e nós indo pra cá”
A “reforma agrária”

Capítulo 4 - Geração de quilombolas
Os mais novos não sabem tanto por causa da televisão
Memórias da escravidão atravessando gerações
Missão de vida: cultura histórica e movimento social
Narrativas de desrespeito social
“Essa identidade tá sendo construída por nós”
Movimento social, cultura histórica e historicidades mais densas
As profissões dos bisnetos
O “tipo dos escravos”
Contar a memória do cativeiro
Interlúdios de racialização V - De morenos a negros
Aonde o mapa nos levou
O cipozal
Estradas vicinais
Ela trabalhou na fazenda de Rosa Osório Marques
Caminhos principais
“Mas será que o negro não tem tanta coisa boa pra falar?”

Interlúdios de racialização
Interlúdios de racialização I: Manoel branco, Manoel pardo, Felisberta preta
Interlúdios de racialização II: A “cor” na polícia e na Justiça
Interlúdios de racialização III: A “cor” no cartório ou o retorno dos “italianos”
Interlúdios de racialização IV: A “cor” na festa
Interlúdios de racialização V - De morenos a negros

Agradecimentos
Referências bibliográficas

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R$ 42,00

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