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Livro Impresso ISBN: 9786556521909 Edição: 1 Ano: 2022 Largura: 16.00 cm Comprimento: 23.00 cm Peso: 999 gramas Número de Páginas: 624

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Capacidade tecnológica e inovação: desafios para a transição industrial e econômica do Brasil

Autor(es): Paulo Negreiros Figueiredo
Obras do autor

Ao longo das últimas décadas, o Brasil tem aumentado de maneira consistente seu investimento em P&D, considerado um dos insumos para inovação e produtividade. Porém, tal esforço tem gerado resultados limitados que não parecem refletir mera insuficiência de investimentos em inovação no Brasil, mas a maneira e a eficácia de sua implementação. Este livro lança nova luz ao debate e às ações de políticas públicas nesse campo no Brasil. Especificamente, ele oferece uma reflexão crítica e insumos que contribuam para aprimorar o debate e ações de políticas públicas orientadas ao desenvolvimento de capacidades tecnológicas para inovação. A acumulação de capacidade tecnológica para implementar inovações relevantes, em nível nacional, pode contribuir significativamente para a real transição do Brasil para uma economia industrialmente mais avançada e, principalmente, com nível de renda per capita mais elevado.
Sob demanda.

Lista de ilustrações 
Prefácio 
Sumário executivo 
1. Motivação para o estudo subjacente a este livro 
2. Objetivo deste estudo 
3. Por dentro do título deste livro 
4. Por que a acumulação de capacidade tecnológica para inovação é importante para o Brasil? 
5. Principais resultados deste estudo 
5.1 Esforços nacionais em ciência, tecnologia e inovação (CT&I) 
5.2 Desempenho em aspectos científico, inventivo, de inovação e de produtividade 
5.2.1 Aspectos do desempenho científico e inventivo 
5.2.2 Desempenho em termos de tecnologia, inovação e produtividade 
5.3 Algumas reflexões sobre as razões da discrepância entre esforço nacional em P&D e seus resultados 
5.3.1 Alta participação do setor público no dispêndio nacional em P&D 
5.3.2 Dispêndio governamental em P&D do Brasil muito superior à prática internacional 
5.3.3 Alta centralização da distribuição do dispêndio governamental em P&D por objetivos socioeconômicos 
5.3.3.1 Brasil vs. países selecionados 
5.3.3.2 Brasil e Coreia do Sul em posições inversas na distribuição dos dispêndios governamentais em P&D, por objetivos socioeconômicos 
5.3.4 Nível limitado de investimento empresarial em P&D 
5.3.5 Alto grau de oligopolização da economia brasileira 
5.3.6 Multiplicidade de oferta de instituições relacionadas com CT&I, com baixa integração e coordenação 
5.3.7 Profusão de políticas públicas orientadas à CT&I, com limitada integração e eficácia reduzida 
5.3.8 Adoção de perspectiva centralizadora, linear e “ofertista” sobre inovação 
5.3.9 Perspectivas equivocadas sobre políticas de inovação 
5.3.10 Ausência de avaliação sistemática e independente de políticas de inovação 
6. Recomendações para a construção de estratégia nacional de acumulação de capacidades tecnológicas para inovação 
6.1 O imperativo da acumulação de capacidades tecnológicas para inovação 
6.2 Recomendação de objetivos estratégicos 
6.3 Recomendações específicas subjacentes aos objetivos estratégicos 
7. Breve proposta metodológica para avaliação de alguns impactos de políticas de inovação 


CAPÍTULO 1: Motivação, objetivo e estrutura deste estudo 
Motivação para o estudo subjacente a este livro 
Objetivo deste livro 
Por dentro deste livro 
Por que a acumulação de capacidade tecnológica para inovação é importante para o Brasil? 
Estrutura deste livro 


CAPÍTULO 2: Capacidade tecnológica e inovação: fontes perenes de competitividade e crescimento para empresas e países 
2.1 Capacidade tecnológica e inovação: fontes perenes de competitividade e crescimento para empresas e países 
2.2 Inovação: o que é, afinal? 
2.3 Evolução das interpretações sobre o processo de inovação 
2.4 Capacidade tecnológica como fonte vital para atividades de inovação 
2.4.1 Capacidade tecnológica: definição, composição e propriedades 
2.4.2 Tipos de capacidades tecnológicas 


CAPÍTULO 3: Capacidade tecnológica e inovação: desafios para a transição
industrial e econômica do Brasil 
3.1 Algumas evidências de transição industrial e econômica de países e indústrias 
3.2 A relação entre inovação e transição industrial e econômica 
3.3 Transição econômica no Brasil ainda longe de ser concretizada 
3.4 Alguns esforços no Brasil pela transição industrial e econômica: exemplos de políticas relacionadas com CT&I 


Capítulo 4: Evolução dos dispêndios do Brasil em pesquisa e desenvolvimento (P&D) — uma breve perspectiva comparativa 
4.1 Evolução dos investimentos nacionais brutos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) — (Gerd) 
4.1.1 Breve panorama da evolução dos investimentos nacionais em P&D (Gerd) 
4.1.2 Evolução dos investimentos nacionais em P&D (Gerd): Brasil comparativamente a países selecionados (1995-2018) 
4.1.2.1 Evolução dos investimentos nacionais em P&D (Gerd) como percentual do PIB 
4.1.2.1.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
4.1.2.1.2 Brasil vs. países da América do Norte 
4.1.2.1.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
4.1.2.1.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
4.1.2.1.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
4.1.2.1.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
4.1.2.1.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.1.2.1.8 Brasil vs. países da Oceania 
4.1.2.1.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.1.2.1.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.1.2.1.11 Brasil vs. países de renda média alta 
4.1.2.2 Investimentos em P&D sob a ótica de valores absolutos (em bilhões de dólares de 2015 corrigidos pela paridade do poder de compra (PPP)) 
4.1.2.2.1 Brasil vs. países da OCDE 
4.1.2.2.2 Brasil vs. países da América do Norte 
4.1.2.2.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
4.1.2.2.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
4.1.2.2.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
4.1.2.2.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
4.1.2.2.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.1.2.2.8 Brasil vs. países da Oceania 
4.1.2.2.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.1.2.2.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.1.2.2.11 Brasil vs. países de renda média alta 
4.1.3 Evolução dos investimentos nacionais brutos em P&D: Um breve exame por fontes de financiamento 
4.1.3.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
4.1.3.2 Brasil vs. países da América do Norte 
4.1.3.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
4.1.3.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
4.1.3.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
4.1.3.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
4.1.3.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.1.3.8 Brasil vs. países selecionados da Oceania 
4.1.3.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.1.3.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.1.3.11 Brasil vs. países de renda média alta 
4.2 Investimento governamental em P&D (Goverd) 
4.2.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
4.2.2 Brasil vs. países da América do Norte 
4.2.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
4.2.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
4.2.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
4.2.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
4.2.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.2.8 Brasil vs. países selecionados da Oceania 
4.2.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.2.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.2.11 Brasil vs. países de renda média alta 
4.3 Alocação orçamentária governamental em P&D (Gbard) por objetivo socioeconômico 
4.3.1 Brasil vs. países selecionados da América do Norte 
4.3.2 Brasil vs. países selecionados da Europa Ocidental 
4.3.3 Brasil vs. países selecionados da Europa Oriental 
4.3.4 Brasil vs. países selecionados da Europa Meridional 
4.3.5 Brasil vs. países selecionados da Europa Setentrional 
4.3.6 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.3.7 Brasil vs. países selecionados da Oceania 
4.3.8 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.3.9 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.4 Investimentos empresariais em pesquisa e desenvolvimento (Berd) 
4.4.1 Evolução dos investimentos empresariais em P&D (Berd) em relação ao PIB 
4.4.1.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
4.4.1.2 Brasil vs. países da América do Norte 
4.4.1.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
4.4.1.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
4.4.1.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
4.4.1.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
4.4.1.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.4.1.8 Brasil vs. países selecionados da Oceania 
4.4.1.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.4.1.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.4.1.11 Brasil vs. países de renda média alta 
4.4.2 Evolução dos investimentos empresariais em P&D (em bilhões de dólares de 2015, corrigidos pela paridade do poder de compra (PPP)) 
4.4.2.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
4.4.2.2 Brasil vs. países da América do Norte 
4.4.2.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
4.4.2.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
4.4.2.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
4.4.2.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
4.4.2.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.4.2.8 Brasil vs. países selecionados da Oceania 
4.4.2.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.4.2.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.4.2.11 Brasil vs. países de renda média alta 
4.4.3 Evolução dos investimentos empresariais em P&D por indústria ou atividade econômica 
4.4.3.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
4.4.3.2 Brasil vs. países da América do Norte 
4.4.3.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
4.4.3.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
4.4.3.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
4.4.3.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
4.4.3.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
4.4.3.8 Brasil vs. países da Oceania 
4.4.3.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
4.4.3.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
4.4.3.11 Brasil vs. países de renda média alta 
4.4.3.12 Algumas considerações acerca de perspectivas sobre inovação por tipo de Indústria: um breve comentário sob o ponto de vista de intensivas em recursos naturais 


CAPÍTULO 5: Alguns resultados dos dispêndios do Brasil em P&D: uma breve exploração 
5.1 Alguns aspectos do desempenho científico brasileiro 
5.1.1 Evolução do número de publicações científicas (artigos) 
5.1.2 Evolução do número de doutores titulados 
5.1.3 Evolução dos programas de pós-graduação 
5.1.4 Evolução dos grupos de pesquisa 
5.1.5 Impacto das publicações científicas (artigos) 
5.1.6 Parceria academia-empresas 
5.1.7 Evolução do número de patentes 
5.1.8 Comparação entre o número de doutores titulados e de publicações (artigos científicos) no Brasil 
5.1.9 Comparação entre o número de publicações e de grupos de pesquisa 291
5.1.10 Comparação entre o número de publicações e de pedidos de patentes 
5.1.11 Comparação entre o número de doutores titulados e de pedidos de patentes 
5.1.12 Comparação entre o número de pedidos de patentes e o de grupos de pesquisa 
5.1.13 Expansão em números de alguns indicadores de desempenho científico 
5.2 Índice Global de Inovação (IGI) 
5.2.1 Comparação entre o IGI e o Gerd 
5.2.2 Ranking geral do Índice Global de Inovação (IGI): Brasil vs. grupos de países 
5.2.2.1 Brasil vs. países da América do Norte 
5.2.2.2 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.2.2.3 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.2.2.4 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.2.2.5 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.2.2.6 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.2.2.7 Brasil vs. países da Oceania 
5.2.2.8 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.2.2.9 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.2.2.10 Brasil vs. países de renda média alta 
5.2.3 Evolução do score do IGI por pilares — Brasil vs. OCDE vs. América Latina 
5.2.3.1 Pilares de insumos (inputs) do Índice Global de Inovação 
Sofisticação dos negócios 
Capital humano e pesquisa 
Infraestrutura 
Instituições 
Sofisticação de mercado 
5.2.3.2 Pilares de resultados (outputs) do Índice Global de Inovação 
Resultados (outputs) de conhecimento e tecnologia 
Resultados (outputs) criativos 
5.3 Taxa de eficácia da inovação 
5.3.1 Brasil vs. países da América do Norte 
5.3.2 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.3.3 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.3.4 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.3.5 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.3.6 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.3.7 Brasil vs. países da Oceania 
5.3.8 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.3.9 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.3.10 Brasil vs. países de renda média alta 
5.4 Relatório Global de Competitividade (RGC) 
5.4.1 Ranking geral do Relatório Global de Competitividade 
5.4.1.1 Brasil vs. países da América do Norte 
5.4.1.2 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.4.1.3 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.4.1.4 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.4.1.5 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.4.1.6 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.4.1.7 Brasil vs. países da Oceania 
5.4.1.8 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.4.1.9 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.4.1.10 Brasil vs. países de renda média alta 
5.4.2 Ranking dos países no pilar capacidade de inovação (innovation capability) 
5.4.2.1 Brasil vs. países da América do Norte 
5.4.2.2 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.4.2.3 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.4.2.4 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.4.2.5 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.4.2.6 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.4.2.7 Brasil vs. países da Oceania 
5.4.2.8 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.4.2.9 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.4.2.10 Brasil vs. países de renda média alta 
5.5 Desempenho inovador em nível de empresas — base PINTEC/IBGE 356
5.5.1 Evolução das atividades inovadoras 
Inovações de produto 
Inovações de processos 
Dispêndios em inovação 
5.5.2 Fontes de informação e importância para as empresas no processo
inovativo 
Importância da fonte de informação interna 
Importância das fontes de informação externas 
5.5.3 Parcerias e importância para as empresas no processo inovador 
5.6 Produtividade do trabalho (PT) da economia em dólares de 2018 
5.6.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
5.6.2 Brasil vs. países da América do Norte 
5.6.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.6.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.6.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.6.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.6.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.6.8 Brasil vs. países da Oceania 
5.6.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.6.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.6.11 Brasil vs. países de renda média alta 
5.7 Produtividade total dos fatores (PTF) da economia 
5.7.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
5.7.2 Brasil vs. países da América do Norte 
5.7.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.7.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.7.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.7.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.7.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.7.8 Brasil vs. países da Oceania 
5.7.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.7.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.7.11 Brasil vs. países de renda média alta 
5.8 Valor adicionado da indústria (VA) 
5.8.1 Valor adicionado da indústria como um todo (VA) 
5.8.1.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
5.8.1.2 Brasil vs. países da América do Norte 
5.8.1.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.8.1.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.8.1.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.8.1.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.8.1.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.8.1.8 Brasil vs. países da Oceania 
5.8.1.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.8.1.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.8.1.11 Brasil vs. países de renda média alta 
5.8.2 Valor adicionado da indústria de transformação 
5.8.2.1 Brasil vs. países-membros da OCDE 
5.8.2.2 Brasil vs. países da América do Norte 
5.8.2.3 Brasil vs. países da Europa Ocidental 
5.8.2.4 Brasil vs. países da Europa Oriental 
5.8.2.5 Brasil vs. países da Europa Meridional 
5.8.2.6 Brasil vs. países da Europa Setentrional 
5.8.2.7 Brasil vs. países selecionados da Ásia 
5.8.2.8 Brasil vs. países da Oceania 
5.8.2.9 Brasil vs. países selecionados do Oriente Médio 
5.8.2.10 Brasil vs. países selecionados da América Latina 
5.8.2.11 Brasil vs. países de renda média alta 


CAPÍTULO 6: Algumas interpretações sobre as discrepâncias entre dispêndios do Brasil em P&D e resultados obtidos 
6.1 Modo de financiamento e distribuição dos dispêndios em P&D 
6.1.1 Financiamento dos dispêndios nacionais em P&D 
6.1.2 Distribuição dos investimentos por objetivos socioeconômicos 
6.2 Adoção de perspectiva linear sobre inovação 
6.3 Concentração de atividades produtivas: “oligopolização” da economia brasileira? 
6.3.1 Breve síntese sobre os dados (desagregação a 1 dígito) 
6.3.2 Dados desagregados por setor da CNAE 2.0 a dois dígitos 
6.3.3 Perspectiva ampliada 
6.4 Múltiplas ofertas de instituições relacionadas com P&D 
6.4.1 Exemplos de organizações ligadas à ciência, tecnologia e inovação no Brasil 
6.4.1.1 Universidades 
6.4.1.2 Agropecuária 
6.4.1.3 Defesa 
6.4.1.4 Institutos Estaduais de Tecnologia 
6.4.1.5 Minas e energia 
6.4.1.6 Saúde 
6.4.1.7 Sistema MCT 
6.4.1.8 Hospitais 
6.4.1.9 Parques tecnológicos e incubadoras 
6.4.1.10 Entidades, programas e fontes de fomento ou financiamento à pesquisa e inovação 
6.4.1.11 Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTIs) 
6.4.1.12 Empresas ligadas à P&D setorial 
6.5 Políticas públicas orientadas à inovação 
6.5.1 Profusão de políticas públicas orientadas à CT&I no Brasil 
6.5.1.1 Políticas públicas orientadas à CT&I em nível federal 
6.5.1.2 Políticas públicas orientadas à CT&I em nível estadual 
6.5.1.3 Políticas públicas orientadas à CT&I em nível municipal 
6.5.1.4 As micro e pequena empresas nas políticas de CT&I 


CAPÍTULO 7: Alguns insumos para a construção de estratégia nacional de
acumulação de capacidades tecnológicas para inovação 
7.1 Reiterando alguns dos principais argumentos desenvolvidos até aqui 
7.1.1 O desafio nacional é imenso, mas não se deve desistir antes de lutar a batalha 
7.1.2 Reiterando a perspectiva deste livro sobre o desempenho inovador do Brasil 
7.2 Acumulação de níveis de capacidades tecnológicas para inovação como opção estratégica 
7.3 Recomendações para a construção de estratégia nacional de acumulação de capacidades tecnológicas para inovação 
7.3.1 Recomendação de objetivo estratégico 
7.3.2 Recomendações específicas subjacentes aos objetivos estratégicos 
7.3.2.1 Colocar as empresas no centro dos esforços de acumulação de
capacidades tecnológicas e inovação 
7.3.2.2 Desenvolver uma perspectiva mais ampliada e inclusiva sobre
desenvolvimento industrial 
7.3.2.3 Fortalecer o papel da indústria de transformação no processo
de inovação e desenvolvimento econômico 
7.3.2.4 Investir no desenvolvimento de ecossistemas de produção
e de inovação para diminuir a dependência tecnológica em áreas estratégicas para o Brasil 
7.3.2.5 Estimular e apoiar a diversificação industrial 
7.3.2.6 Valorizar e potencializar a presença das empresas multinacionais 
7.3.2.7 Investir na formação de recursos humanos para inovação 
7.3.2.8 Fortalecer o papel das universidades e institutos de pesquisa 
7.3.2.9 Reconhecer a real importância da acumulação de capacidades
tecnológicas para inovação: abandonar perspectivas inadequadas para a concepção de políticas de inovação 
7.3.2.10 Aprimorar a gestão das políticas públicas relacionadas com a inovação 
7.3.2.11 Adaptar a governança e a combinação das políticas públicas relacionadas com a inovação 
7.3.2.12 Estimular a avaliação independente e contínua de políticas públicas relacionadas com a inovação 


CAPÍTULO 8: Breve proposta metodológica para avaliação de alguns impactos de políticas de inovação 
8.1 Algumas premissas fundamentais 
8.2 Moldura analítica 
8.3 Metodologias convencionais para exame de capacidades tecnológicas e inovação 
8.3.1 Metodologias baseadas em indicadores agregados (surveys de inovação) 
8.3.2 Gastos/estatísticas de P&D 
8.3.3 Estatísticas de patentes 
8.3.4 Gastos com máquinas e equipamentos 
8.4 Uma perspectiva metodológica compreensiva para exame de acumulação de capacidade tecnológica 
8.4.1 Exame da acumulação de capacidades tecnológicas 
8.4.2 Exame das fontes para a acumulação de capacidades tecnológicas 
8.4.2.1 Mecanismos de aprendizagem tecnológica: perspectiva
intraempresarial 
8.4.2.2 Mecanismos interempresariais de aprendizagem tecnológica 592
8.4.2.3 Transferência de tecnologia como mecanismo de aprendizagem tecnológica 
8.5 Demonstração de aplicação prática da abordagem metodológica proposta anteriormente 
8.5.1 Introdução 
8.5.2 Modelo analítico do estudo 
8.5.3 Principais resultados do estudo 
8.5.3.1 Sobre os insumos (inputs): acumulação de capacidades tecnológicas 
8.5.3.2 Sobre os insumos (inputs): uso de mecanismos de aprendizagem 


Referências 
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