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Releases / Lançamentos

  • Vinhos do Brasil: do passado para o futuro
    Vinhos do Brasil: do passado para o futuro

    Editora FGV lança livro Vinhos do Brasil – do passado para o futuro

    Obra traz um panorama da indústria do vinho no país e a história dos principais produtores do Sul

    A Editora FGV lança o livro Vinhos do Brasil – do passado para o futuro. A obra apresenta um panorama da indústria do vinho no Brasil e conta a história de vinicultores da Serra Gaúcha, descendentes de imigrantes italianos. Os depoimentos foram coletados por meio de entrevistas feitas ao longo do último ano por Marieta de Moraes Ferreira, historiadora e diretora da Editora FGV, e Valdiney C. Ferreira, coordenador do Curso Wine Business: O Negócio do Vinho, ministrado pela FGV.

    “Um dos motivos que nos levou a escrever o livro foi tentar entender o porquê da imigração italiana, no fim do século XIX, ter sido um grande marco da vinicultura brasileira”, conta Valdiney Ferreira. A obra também revela os principais personagens dessa história ainda pouco conhecida e mostra a importância da chegada e da saída das multinacionais de bebidas na Serra Gaúcha para o desenvolvimento da indústria do vinho no Brasil.

    Os coordenadores do livro ouviram 32 representantes de 17 marcas brasileiras de vinho, entre elas Salton, Miolo, Pedrucci e Vinícola Aurora. São gerações de vinicultores que mantêm as tradições de seus antepassados aliadas à modernização das instalações e dos vinhedos produtores.

    O livro ainda traz uma relação de associações de produtores, o panorama atual das certificações de origem e os organismos de classe e entidades reguladoras.

    Vinhos do Brasil – do passado para o futuro permite a compreensão da trajetória dos 140 anos da nascente indústria brasileira do vinho, seu caminho de modernização e suas perspectivas para o futuro, despertando interesse em historiadores, empresários, gestores de negócios e amantes do vinho.

  • O problema moral na filosofia de Spinoza e na história do spinozismo
    O problema moral na filosofia de Spinoza e na história do spinozismo

    A Editora FGV lança a tradução do livro de Victor Delbos sobre a obra do filósofo Benedictus Spinoza, Le problème moral dans la philosophie de Spinoza et dans l’histoire du spinozisme. A tradução, feita a partir do original francês, publicado em Paris em 1893, inaugura o que viria posteriormente a ser denominado de “história estrutural da filosofia” e torna-se fundamental para aqueles que querem entender a filosofia de Spinoza a partir do próprio autor.

    Em português, a obra intitulada O problema moral na filosofia de Spinoza e na história do spinozismo, traduzida por Martha de Aratanha, com revisão técnica de Emanuel Angelo da Rocha Fragoso, foi editada em celebração do centenário da morte de Delbos.

    As relações que Spinoza estabeleceu entre sua filosofia geral e sua teoria da moralidade são tais que é necessário antes de tudo evitar destruí-las ou alterá-las. Deve-se tentar compreendê-las. Spinoza mostrou que não existe moral fora da verdade, e, por outro lado, que a verdade compreendida é por si mesma, sem adição exterior, toda a moral.

    O livro é composto por introdução, duas partes divididas em 10 capítulos cada e a conclusão. Na primeira parte, “O problema moral na filosofia de Spinoza”, após a análise dos dados e do sentido do problema moral, Delbos faz uma exposição dos princípios metafísicos da moral, do método e da doutrina de Spinoza. A seguir, apresenta a distinção spinoziana entre o bem e o mal, o verdadeiro e o falso e a definição de natureza humana.

    Na segunda parte, “O problema moral na história do spinozismo”, Delbos analisa a influência de Spinoza na Holanda em fins do século XVII, sua relação com o “espírito filosófico da Alemanha”, por meio de Leibniz e Lessing, e ainda a ética spinozista e a doutrina da autonomia da vontade, dialogando com Kant, depois com Fichte, Herder, Schiller e Goethe.

    Em tempos de afirmações sobre crise ética e moral no cenário nacional, entender esses termos dentro da filosofia torna-se cada vez mais importante.

    O lançamento será dia 21/11/16, na Livraria FGV do Rio.

  • A onda corporativa: corporativismo e ditaduras na Europa e na América Latina
    A onda corporativa: corporativismo e ditaduras na Europa e na América Latina

    Editora FGV lança obra sobre a força do corporativismo no pós-ditaduras

    Com uma enorme difusão nas culturas políticas de elites intelectuais e autoritárias na Europa e na América Latina dos anos de 1930, o corporativismo social e político foi a principal alternativa conservadora à democracia liberal no período entre guerras.

    Esta tendência de escolha ocorreu tanto como um processo capaz de reprimir, quanto de cooptar o movimento trabalhista, os grupos de interesse e as elites.

    Com o objetivo de analisar esta relação entre corporativismo e ditaduras, a Editora FGV lança a obra A onda corporativa: corporativismo e ditaduras na Europa e na América Latina, publicada originalmente em Portugal com o título 'A vaga corporativa'.

    Os textos, organizados por António Costa Pinto, professor da Universidade de Lisboa, e Francisco Palomanes Martinho, professor da Universidade de São Paulo, defendem que as experiências ditatoriais foram as responsáveis pela institucionalização do corporativismo, fazendo dele não só um pilar da sua legitimação política como também um instrumento de intervenção econômica e social.

    Neste livro, o corporativismo é analisado como um dispositivo social e político contra a democracia liberal e que permeou a direita durante a primeira onda de democratizações, demonstrando que este sistema esteve na vanguarda do processo de difusão transnacional, tanto como uma nova forma de representação de interesses organizados, quanto como alternativa autoritária à democracia.

    O lançamento será dia 19 de setembro, às 19h, na Blooks Livraria – Botafogo.

     

  • A última catástrofe: a história, o presente, o contemporâneo
    A última catástrofe: a história, o presente, o contemporâneo

    Editora FGV traduz obra de Henry Rousso

    A última catástrofe: a história, o presente, o contemporâneo, publicado inicialmente na França e lançado agora pela FGV Editora, apresenta um quadro geral dos debates sobre os desafios e especificidades da história do tempo presente.

    Nesta obra, o autor Henry Rousso, reconhecido pela célebre frase "passado que não passa” (“passé qui ne passe pas”), chama atenção para a função social da história e para os desafios que se colocam a seus profissionais, ao mesmo tempo observadores, investigadores e atores de uma história que está sendo produzida, bem como torna acessível não só para os estudiosos, mas também para o público em geral alguns princípios básicos que norteiam a prática dos historiadores, que não pode ser apenas a produção de uma seleção de fatos, já que a escrita da história é produto de um lugar social e de sua relação com um corpo social mais amplo, e deve estar condicionada por uma prática científica.

    Questões sobre a importância, a dimensão e a equivalência do estudo da história do tempo presente com os demais campos de pesquisas da matéria são respondidas pelo autor considerando que “a história já não se caracteriza por tradições a respeitar, por heranças a transmitir, por mortos a celebrar, mas antes, por problemas a ‘gerir’” mediante um constante trabalho de crítica.

  • Guanabara espelho do Rio
    Guanabara espelho do Rio

    Editora FGV lança Guanabara Espelho do Rio

    Obra sobre a baía reúne acervo de Custodio Coimbra e textos de Cristina Chacel 

    Guanabara espelho do Rio é um livro de amor e atenção à Baía de Guanabara. Um livro extraído do acervo de imagens acumulado nos últimos 20 anos pelo fotógrafo Custodio Coimbra, acompanhado de textos da jornalista Cristina Chacel, sua parceira de trabalho e vida. Edição de arte, em grande formato, com 240 páginas, 170 fotos, a obra apresenta uma Guanabara desconhecida até da população que vive em seu entorno, cerca de 8 milhões de pessoas, de 16 cidades fluminenses, entre elas o Rio de Janeiro.

    Realizado com incentivo cultural da Lei Rouanet e patrocínio da EDF Norte-Fluminense, o livro chega às livrarias em agosto, com o selo da Editora FGV.  O texto em crônica, desenvolvido a partir das fotos, de pesquisas e reportagens, ilumina aspectos históricos, artísticos, socioambientais e afetivos da Baía de Guanabara, com destaque para histórias de vida de pessoas envolvidas com o cotidiano da baía.

    O lançamento será no dia 26/7, a partir das 17h30, na Livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37, Centro), com roda de samba conduzida por Tiago Prata, que vai apresentar repertório temático da Guanabara selecionado por Luiz Antonio Simas.

     

    Os autores

    Custodio Coimbra - Em 36 anos de fotojornalismo, a cargo dos principais jornais do Brasil, ele testemunhou e registrou fatos e histórias da vida do país. O homem é seu principal personagem. A cidade do Rio de Janeiro, seu relicário. Suas imagens dispensam crédito. São reconhecidas por leitores, fotógrafos, críticos e aficionados da fotografia. Há 24 anos trabalha no jornal O Globo. Além de fotos divulgadas em jornais e revistas mundo afora, tem seu trabalho publicado em dezenas de livros, entre eles, Rio de Cantos Mil (Editora Réptil, 2010).

     

    Cristina Chacel - Jornalista e escritora, atuou nos principais jornais do Rio de Janeiro. Há 20 anos trabalha como freelancer, com criação de textos jornalísticos e institucionais e projetos sociais e solidários. É autora de dezenas de livros, entre eles Rio de Cantos Mil, com fotos de Custodio Coimbra, de quem é sócia na empresa Fotolegenda Produções.

  • Crônicas de uma crise anunciada: a falência da economia brasileira documentada mês a mês
    Crônicas de uma crise anunciada: a falência da economia brasileira documentada mês a mês

    Editora FGV lança coletânea de artigos sobre as origens e os desdobramentos da atual crise econômica brasileira

    Os economistas Pedro Cavalcanti e Renato Fragelli debateram, em artigos publicados no Jornal Valor Econômico entre os anos de 2010 e 2015, suas impressões sobre a realidade econômica brasileira, apontando os limites e desequilíbrios gerados pelo modelo de crescimento adotado pelos governos do período. O resultado está no livro Crônicas de uma crise anunciada: a falência da economia brasileira documentada mês a mês, da Editora FGV.

    Como prenunciaram os autores em sua coluna mensal, o país sofre hoje os efeitos perversos do que ficou conhecido como “Nova Matriz Econômica”: a volta da inflação a dois dígitos; a escalada do desemprego; a perda do grau deinvestimento; a explosão do déficit público; e um quadro recessivo que já concorre para ser um dos mais longos da história.

    Os autores analisam a economia brasileira e sua atual crise utilizando avanços recentes e estabelecidos no conhecimento econômico acadêmico. A coletânea tem prefácio do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga Neto.

    O livro será lançando no dia 28/7, às 19 horas, na Livraria da Travessa | Leblon