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Releases / Lançamentos

  • Arte e mercado no Brasil - Art and market in Brazil
    Arte e mercado no Brasil - Art and market in Brazil

    Reunindo ensaios de um grupo de curadores, professores e especialistas, o livro Arte e mercado no Brasil, organizado por Cesar Cunha Campos, diretor da FGV Projetos, lança olhares interdisciplinares sobre um aspecto pouco discutido da arte: sua relação com o mercado.

    Apesar da recente retração da economia brasileira, o mercado de arte mantém, há alguns anos, sua expansão, tanto no que se refere à produção, quanto ao volume de negócios, bem como pelo crescente interesse do grande público, como mostram os números recentes de visitações de exposições e museus. Artistas brasileiros ganham destaque no país e no exterior, as feiras de arte adquirem corpo e visibilidade, movimentando um volume consistente de recursos e impulsionando serviços direta e indiretamente ligados ao setor. Soma-se a isso, o processo de profissionalização, com a complexificação de papéis e o surgimento de diversos agentes e instituições. Colecionadores, galeristas, marchands e leiloeiros têm papel fundamental na constituição e na dinâmica deste mercado. “Minha motivação inicial para a organização deste livro foi compreender como se organiza este mercado, sobretudo do ponto de vista daquilo que o movimenta. A arte se realiza quando vai a público, o que não acontece sem a ação desses agentes” afirma Cesar Cunha Campos.

    O livro Arte e Mercado no Brasil, publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Projetos reúne textos de curadores e professores como Frederico Coelho, Ligia Canongia, Daniela Labra, Felipe Scovino e George Kornis, além de especialistas da FGV, oferecendo várias perspectivas de diferentes momentos da arte brasileira, em sua relação com a formação do mercado. Por vezes contraditórias, as visões que ele apresenta contribuem para a formação de um panorama que permite ao leitor refletir sobre as nuances e paradoxos deste tema, pouco explorado pelo mundo da arte. O prefácio fica por conta de Paulo Herkenhoff, também responsável pela direção de arte do livro.

    O lançamento acontecerá no dia 29 de setembro, às 19h, durante a feira ArtRio, no estande da livraria Blooks. O preço de capa é RS 120,00. O livro conta com o patrocínio da Souza Cruz, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e do Banco Fator, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

  • Reflexões sobre o novo código de processo civil
    Reflexões sobre o novo código de processo civil

    Sintonizar o novo Código de Processo Civil com as novas demandas do estado democrático de direito é o desafio e a proposta da obra Reflexões sobre o novo Código de Processo Civil, publicada pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio.

    O novo Código, instituído em março de 2016, é considerado uma conquista da sociedade brasileira, pois, desde o seu anteprojeto, foi formulado para simplificar a prestação da atividade jurisdicional.

    Os textos contidos neste livro tratam sobre, os aspectos relativos ao cadastro de inadimplentes e à efetivação do crédito; os novos contornos da prova pericial; a crise no sistema recursal brasileiro e a tentativa de rearranjo feita pelo Código de 2015; as novas aplicações possíveis para a figura do amicus curiae; a atipicidade dos meios executivos, no ambiente dos poderes do juiz, que permite, por exemplo, medidas indutivas, coercitivas e mandamentais (entre outras); bem como a questão da reversibilidade como condição para a concessão de medida antecipada de urgência.

     

    Os artigos ainda refletem sobre temas como, os contornos da sentença de interdição no CPC de 2015; as questões ligadas à sucumbência recursal; a privacidade no âmbito do CPC; a arbitragem; o marco legal e a posição do instituto no CPC; as convenções processuais; a intervenção de terceiros; a coisa julgada e sua relativização; o cabimento do agravo de instrumento; a chamada jurisprudência defensiva; a regra da improcedência liminar; os aspectos gerais do recurso de apelação; a nova regulação processual, a “necessária reiteração do óbvio”; a questão de “quem pode recorrer da decisão que fixa a tese jurídica?”; e, por fim, o espaço destinado ao saneamento do processo.

    O livro, com prefácio do jurista Luiz Rodrigues Wambier e orelha do diretor da FGV Direito Rio, Joaquim Falcão, é coordenado por Carlos Roberto Jatahy, Diogo Assumpção Rezende de Almeida e Luiz Roberto Ayoub e apresenta uma coletânea de trabalhos escritos por processualistas, preocupados em oferecer soluções reais para problemas concretos.

    Reflexões sobre o novo Código de Processo Civil será lançado na Emerj, após palestra do professor e prefaciador Luiz Rodrigues Wambier, às 17h30 do dia 9 de novembro.

     

  • Vinhos do Brasil: do passado para o futuro
    Vinhos do Brasil: do passado para o futuro

    Editora FGV lança livro Vinhos do Brasil – do passado para o futuro

    Obra traz um panorama da indústria do vinho no país e a história dos principais produtores do Sul

    A Editora FGV lança o livro Vinhos do Brasil – do passado para o futuro. A obra apresenta um panorama da indústria do vinho no Brasil e conta a história de vinicultores da Serra Gaúcha, descendentes de imigrantes italianos. Os depoimentos foram coletados por meio de entrevistas feitas ao longo do último ano por Marieta de Moraes Ferreira, historiadora e diretora da Editora FGV, e Valdiney C. Ferreira, coordenador do Curso Wine Business: O Negócio do Vinho, ministrado pela FGV.

    “Um dos motivos que nos levou a escrever o livro foi tentar entender o porquê da imigração italiana, no fim do século XIX, ter sido um grande marco da vinicultura brasileira”, conta Valdiney Ferreira. A obra também revela os principais personagens dessa história ainda pouco conhecida e mostra a importância da chegada e da saída das multinacionais de bebidas na Serra Gaúcha para o desenvolvimento da indústria do vinho no Brasil.

    Os coordenadores do livro ouviram 32 representantes de 17 marcas brasileiras de vinho, entre elas Salton, Miolo, Pedrucci e Vinícola Aurora. São gerações de vinicultores que mantêm as tradições de seus antepassados aliadas à modernização das instalações e dos vinhedos produtores.

    O livro ainda traz uma relação de associações de produtores, o panorama atual das certificações de origem e os organismos de classe e entidades reguladoras.

    Vinhos do Brasil – do passado para o futuro permite a compreensão da trajetória dos 140 anos da nascente indústria brasileira do vinho, seu caminho de modernização e suas perspectivas para o futuro, despertando interesse em historiadores, empresários, gestores de negócios e amantes do vinho.

  • O problema moral na filosofia de Spinoza e na história do spinozismo
    O problema moral na filosofia de Spinoza e na história do spinozismo

    A Editora FGV lança a tradução do livro de Victor Delbos sobre a obra do filósofo Benedictus Spinoza, Le problème moral dans la philosophie de Spinoza et dans l’histoire du spinozisme. A tradução, feita a partir do original francês, publicado em Paris em 1893, inaugura o que viria posteriormente a ser denominado de “história estrutural da filosofia” e torna-se fundamental para aqueles que querem entender a filosofia de Spinoza a partir do próprio autor.

    Em português, a obra intitulada O problema moral na filosofia de Spinoza e na história do spinozismo, traduzida por Martha de Aratanha, com revisão técnica de Emanuel Angelo da Rocha Fragoso, foi editada em celebração do centenário da morte de Delbos.

    As relações que Spinoza estabeleceu entre sua filosofia geral e sua teoria da moralidade são tais que é necessário antes de tudo evitar destruí-las ou alterá-las. Deve-se tentar compreendê-las. Spinoza mostrou que não existe moral fora da verdade, e, por outro lado, que a verdade compreendida é por si mesma, sem adição exterior, toda a moral.

    O livro é composto por introdução, duas partes divididas em 10 capítulos cada e a conclusão. Na primeira parte, “O problema moral na filosofia de Spinoza”, após a análise dos dados e do sentido do problema moral, Delbos faz uma exposição dos princípios metafísicos da moral, do método e da doutrina de Spinoza. A seguir, apresenta a distinção spinoziana entre o bem e o mal, o verdadeiro e o falso e a definição de natureza humana.

    Na segunda parte, “O problema moral na história do spinozismo”, Delbos analisa a influência de Spinoza na Holanda em fins do século XVII, sua relação com o “espírito filosófico da Alemanha”, por meio de Leibniz e Lessing, e ainda a ética spinozista e a doutrina da autonomia da vontade, dialogando com Kant, depois com Fichte, Herder, Schiller e Goethe.

    Em tempos de afirmações sobre crise ética e moral no cenário nacional, entender esses termos dentro da filosofia torna-se cada vez mais importante.

    O lançamento será dia 21/11/16, na Livraria FGV do Rio.

  • A onda corporativa: corporativismo e ditaduras na Europa e na América Latina
    A onda corporativa: corporativismo e ditaduras na Europa e na América Latina

    Editora FGV lança obra sobre a força do corporativismo no pós-ditaduras

    Com uma enorme difusão nas culturas políticas de elites intelectuais e autoritárias na Europa e na América Latina dos anos de 1930, o corporativismo social e político foi a principal alternativa conservadora à democracia liberal no período entre guerras.

    Esta tendência de escolha ocorreu tanto como um processo capaz de reprimir, quanto de cooptar o movimento trabalhista, os grupos de interesse e as elites.

    Com o objetivo de analisar esta relação entre corporativismo e ditaduras, a Editora FGV lança a obra A onda corporativa: corporativismo e ditaduras na Europa e na América Latina, publicada originalmente em Portugal com o título 'A vaga corporativa'.

    Os textos, organizados por António Costa Pinto, professor da Universidade de Lisboa, e Francisco Palomanes Martinho, professor da Universidade de São Paulo, defendem que as experiências ditatoriais foram as responsáveis pela institucionalização do corporativismo, fazendo dele não só um pilar da sua legitimação política como também um instrumento de intervenção econômica e social.

    Neste livro, o corporativismo é analisado como um dispositivo social e político contra a democracia liberal e que permeou a direita durante a primeira onda de democratizações, demonstrando que este sistema esteve na vanguarda do processo de difusão transnacional, tanto como uma nova forma de representação de interesses organizados, quanto como alternativa autoritária à democracia.

    O lançamento será dia 19 de setembro, às 19h, na Blooks Livraria – Botafogo.

     

  • A última catástrofe: a história, o presente, o contemporâneo
    A última catástrofe: a história, o presente, o contemporâneo

    Editora FGV traduz obra de Henry Rousso

    A última catástrofe: a história, o presente, o contemporâneo, publicado inicialmente na França e lançado agora pela FGV Editora, apresenta um quadro geral dos debates sobre os desafios e especificidades da história do tempo presente.

    Nesta obra, o autor Henry Rousso, reconhecido pela célebre frase "passado que não passa” (“passé qui ne passe pas”), chama atenção para a função social da história e para os desafios que se colocam a seus profissionais, ao mesmo tempo observadores, investigadores e atores de uma história que está sendo produzida, bem como torna acessível não só para os estudiosos, mas também para o público em geral alguns princípios básicos que norteiam a prática dos historiadores, que não pode ser apenas a produção de uma seleção de fatos, já que a escrita da história é produto de um lugar social e de sua relação com um corpo social mais amplo, e deve estar condicionada por uma prática científica.

    Questões sobre a importância, a dimensão e a equivalência do estudo da história do tempo presente com os demais campos de pesquisas da matéria são respondidas pelo autor considerando que “a história já não se caracteriza por tradições a respeitar, por heranças a transmitir, por mortos a celebrar, mas antes, por problemas a ‘gerir’” mediante um constante trabalho de crítica.