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Releases / Lançamentos

  • Crônicas de uma crise anunciada: a falência da economia brasileira documentada mês a mês
    Crônicas de uma crise anunciada: a falência da economia brasileira documentada mês a mês

    Editora FGV lança coletânea de artigos sobre as origens e os desdobramentos da atual crise econômica brasileira

    Os economistas Pedro Cavalcanti e Renato Fragelli debateram, em artigos publicados no Jornal Valor Econômico entre os anos de 2010 e 2015, suas impressões sobre a realidade econômica brasileira, apontando os limites e desequilíbrios gerados pelo modelo de crescimento adotado pelos governos do período. O resultado está no livro Crônicas de uma crise anunciada: a falência da economia brasileira documentada mês a mês, da Editora FGV.

    Como prenunciaram os autores em sua coluna mensal, o país sofre hoje os efeitos perversos do que ficou conhecido como “Nova Matriz Econômica”: a volta da inflação a dois dígitos; a escalada do desemprego; a perda do grau deinvestimento; a explosão do déficit público; e um quadro recessivo que já concorre para ser um dos mais longos da história.

    Os autores analisam a economia brasileira e sua atual crise utilizando avanços recentes e estabelecidos no conhecimento econômico acadêmico. A coletânea tem prefácio do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga Neto.

    O livro será lançando no dia 28/7, às 19 horas, na Livraria da Travessa | Leblon

  • O Brasil e a crise do Antigo Regime português (1788-1822)
    O Brasil e a crise do Antigo Regime português (1788-1822)

    Editora FGV lança obra sobre a crise do Antigo Regime no Brasil

    Com base em extensa pesquisa arquivística, O Brasil e a crise do Antigo Regime português, de Luiz Carlos Villalta, analisa os processos que envolveram a conjuntura que antecedeu a Independência do Brasil.

    A obra, publicada pela Editora FGV, analisa a América Portuguesa no interior da crise do Antigo Regime português, focalizando a conjuntura da transferência da corte para o Rio de Janeiro e seus impactos sobre a Colônia, apontando as continuidades e rupturas existentes entre do período pré-1808 e a época joanina (1808-21).

    De acordo com Villalta, o processo de queda do Antigo Regime no mundo luso-brasileiro, de que a Independência do Brasil foi um dos episódios, aconteceria com ou sem a transferência da Corte, ou melhor, que a emancipação da América portuguesa, em seu conjunto, ou de suas partes isoladas, separadamente, era uma tendência.

    Segundo o autor, a exemplo da França pré-revolução, desenvolveu-se em Portugal e na América Portuguesa, durante a passagem do século XVIII para o século XIX, um processo de dessacralização que compreendeu a or­ganização de uma percepção crítica e de combate ao Antigo Regime e que provocou uma erosão da autoridade na família, no Estado, na Igreja e o desenvolvimento de um cetic­ismo que corroeu, pouco a pouco, a fé nos valores e hierarquias tradicionais, instituindo uma verdadeira crise de confiança no modelo vigente.

  • Nova história das grandes crises financeiras: uma perspectiva global, 1873-2008
    Nova história das grandes crises financeiras: uma perspectiva global, 1873-2008

    Editora FGV traduz obra sobre a nova história das grandes crises financeiras

    Com o objetivo de melhor entender, em termos comparativos, a grande crise contemporânea, a Editora FGV traduziu a obra Nova História das grandes crises financeiras: uma perspectiva global, 1873-2008, de Carlos Marichal, que apresenta uma síntese histórica das grandes crises financeiras no contexto internacional e seu impacto global.

    A obra apresenta o estudo de seis épocas consecutivas, porém diferentes, da história econômico-financeira do último século e meio, com base em uma ampla literatura de economistas e historiadores. Começa por uma revisão das crises financeiras à época de uma globalização econômica preliminar, que se situa entre a derrocada de 1873 e a deflagração da Primeira Guerra Mundial em 1914. Passa à análise do período de entreguerras e ao debate sobre as causas da Grande Depressão dos anos 1930, fazendo referência à ampla polêmica que os especialistas sustentam sobre o tema e que prossegue até os dias atuais.

     

    O leitor vai se familiarizar com os antecedentes históricos e com os principais fatores de deflagração da tormenta financeira que eclodiu em 2008.

    Uma das facetas mais singulares do colapso financeiro contemporâneo do biênio 2008-2009, analisado no livro, é que um bom número dos principais responsáveis pelas finanças dos Estados Unidos, da Europa e de muitos outros países atuou com plena consciência histórica dos perigos de uma nova Grande Depressão.

    A expressão “Grande Recessão” caracteriza a evolução de boa parte da economia global no período 2008-2011. De toda forma, o que deve ficar claro é que a crise de 2008-2009 não foi de proporções menores. Causou mais falências e maior desemprego que qualquer outra desde os anos 1930-1933.

    Nesse sentido, a história se converteu em um ator central do presente. E mais, pode-se apontar que esse fato tenha contribuído para evitar o colapso total dos mercados financeiros mundiais, o que era uma autêntica possibilidade em setembro de 2008.

  • Confiança: o principal ativo intangível de uma empresa
    Confiança: o principal ativo intangível de uma empresa

    O livro Confiança: o principal ativo intangível de uma empresa, de Marco Tulio Zanini, trata de um elemento central para a análise dos contratos de trabalho.

    A observação das relações de confiança entre os membros de uma organização (verticais e horizontais) revela a capacidade da gestão de construir um ativo intangível de valor inestimável, fruto de normas e regras formais e informais, que dirigem as interações humanas. É um indicador que fornece informações significativas sobre vários aspectos da gestão, mostrando uma dimensão relevante do estilo de gestão predominante na empresa.

    A promoção dessas relações dentro de uma organização é uma consequência positiva de um modelo de gestão que surge na dinâmica entre o exercício da liderança, a aplicação de um sistema de recompensas e punições e a cultura organizacional.

    Esta nova edição, agora publicada pela Editora FGV, apresenta casos que ilustram modelos de gestão baseados em confiança, com destaque para Kimberly-Clark Brasil e Bope/RJ (Batalhão de Operações Policiais Especiais).

    A primeira pesquisa empírica realizada no Brasil, abordando os níveis de confiança dentro de empresas privadas e as relações com outros indicadores de gestão, também faz parte da obra, que pretende oferecer uma contribuição para os estudos sobre a gestão de ativos intangíveis organizacionais, entendendo a centralidade da confiança e seu papel mediador para o desempenho organizacional.

  • Taxa de câmbio e política cambial no Brasil: teoria, institucionalidade, papel da arbitragem e da especulação
    Taxa de câmbio e política cambial no Brasil: teoria, institucionalidade, papel da arbitragem e da especulação

    Editora FGV lança obra sobre mercado de câmbio e políti­ca cambial no Brasil

    O comportamento da taxa de câmbio no Brasil e o impacto de políticas cambiais são analisados na obra Taxa de câmbio e política cambial no Brasil, que será lançada pela Editora FGV no dia 9 de junho, na Livraria da Travessa de Botafogo, no Rio de Janeiro. O livro apresenta o tema sob a perspectiva do quadro regulatório, da operacionalidade do mercado de câmbio, das mediações entre os mercados à vista, da estratégia de investimento dos agentes, dos ciclos especulativos e da existência de canais de arbitragem.

    Escrita pelo economista Pedro Rossi, a obra não pretende discutir qual seria o nível adequado da taxa de câmbio no Brasil, mas sim apontar como sua formação vem sendo siste­maticamente influenciada pelas forças do mercado financeiro, além de descrever os canais pelos quais as políticas públicas podem ser efetivas. Para isso, o livro apresenta respostas para as seguintes questões, entre outras: como: por que o fluxo cam­bial não explica a trajetória da taxa de câmbio real/dólar? Qual o papel do mercado de derivativos na formação da taxa de câmbio? Como a pressão especulativa é transmitida do mercado futuro para o mercado à vista? Quais os agentes responsáveis pela especulação e pela arbitragem?

    No Brasil, a taxa de câmbio está, recorrentemente e por motivos variados, no primeiro plano do debate econômico nacional. Por vezes, a sobrevalo­rização cambial é o problema principal a ser analisado, sob pena da fragiliza­ção da indústria brasileira. Por outras, os rápidos processos de desva­lorização e seus efeitos inflacionários tornam-se o centro das preocupações. Há, ainda,  períodos de alta volatilidade que que provocam indefini­ção, incerteza e perplexidade nos analistas econômicos. Essa alternância de motivos para a centralidade do câmbio no debate econômico é também um sintoma das especificidades da formação da taxa de câmbio brasileira e da di­ficuldade da política cambial em dar um tratamento definitivo ao problema.

     

    Sobre o autor:

    PEDRO ROSSI é professor doutor do Instituto de Economia da Unicamp e diretor do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica (Cecon). É autor de artigos acadêmicos e de opinião sobre o tema da taxa de câmbio e sobre outros aspectos macroeconômicos do desenvolvimento brasileiro.

  • Exercício da advocacia e lavagem de capitais
    Exercício da advocacia e lavagem de capitais

    Lavagem de capitais e exercício da advocacia são temas de nova obra da Editora FGV

    Publicada pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito São Paulo, a obra Exercício da advocacia e lavagem de capitais, de Heloisa Estellita, aborda as mais recentes mudanças na legislação e na regulamentação de prevenção e combate à lavagem de capitais e analisa como a proximidade dos serviços jurídicos com práticas que podem configurar tais ilícitos exigem constante reflexão.

    Fatos revelados recentemente em diversas fases de uma das mais famosas operações da Justiça Federal e a convocação de uma advogada para prestar escla­recimentos em CPI sobre os honorários recebidos pela prestação de serviços de defesa em investigação criminal colocaram em evidência o quanto os temas “lavagem de capitais” e “exercício da advocacia” estão entrelaçados e são atuais. As duas matérias se cruzam em três pontos principais: a intervenção, criminosa ou não, do advogado na prática de crime de lavagem de dinheiro; o dever de reportar operações suspeitas e sigilo profissional; e o recebimento de honorários maculados.

    As principais discussões sobre o tema tiveram início em 2010; de lá para cá duas grandes tendências podem ser observadas: a ampliação do espectro das pessoas sujeitas às medidas de prevenção antilavagem e o crescimento de investigações dirigidas contra advogados por suspeita de envolvimento em operações de lavagem de capitais.

    O livro será lançado em São Paulo, na Livraria Cultura - Conjunto Nacional, no dia 15 de junho às 18h30.

     

    Sobre a coordenadora:

    Heloisa Estellita é professora da FGV DIREITO SP. Pós-doutoranda na Faculdade de Direito da LMU Munique e na Universidade de Augsburg com financiamento da Capes-Fundação Alexander von Humboldt. Doutora em direito penal pela Universidade de São Paulo. Heloisa Estellita é professora da FGV DIREITO SP. Pós-doutoranda na Faculdade de Direito da LMU
    Munique e na Universidade de Augsburg com financiamento da Capes-Fundação Alexander von Humboldt. Doutora em direito penal pela Universidade de São Paulo.