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Releases / Lançamentos

  • Direitos humanos e vida cotidiana
    Direitos humanos e vida cotidiana

    Primeira incursão da Editora FGV na área de livros didáticos, Direitos humanos e vida cotidiana, obra elaborada e publicada em parceria com a Escola de Direito de São Paulo da FGV, Direito SP, trata, em linguagem direta e com abordagem de casos concretos, os conceitos fundamentais dessa área, que abrange tantas outras.

    Destinado aos docentes e estudantes do Ensino Médio, mas acessível  e indicada ao público em geral, o livro está inserido numa perspectiva de educação em direitos humanos, apoiada pelas Diretrizes Nacionais para Educação do Ministério da Educação, e pretende contribuir na consolidação de uma cultura sobre esses direitos, voltada para a formação e fortalecimento de valores que envolvem ética, tolerância, solidariedade, aceitação das diversidades e a erradicação de atos de preconceito, violência, discriminação, desigualdade e abuso.

    A educação nesta área, mesmo que não relacionada diretamente a uma disciplina obrigatória, vai despertar ou desenvolver nos alunos e professores da Educação Básica a noção de que, individual ou coletivamente, toda a sociedade é capaz de crescer e reinventar o mundo, com bases mais justas, e não apenas repetir os erros recorrentes na história.

    Leitura obrigatória, mesmo que não exigida na grade curricular, que complementa o ensino das ciências humanas e amplia as discussões nas salas de aula e nos lares brasileiros.

    Direitos humanos e vida cotidiana, que chega num momento oportuno para a sociedade como um todo, aproxima o entendimento da nossa capacidade de indignação, relacionada à primeira matéria, ao que vivemos diariamente num país polarizado e em crise, mas que busca novas alternativas para a igualdade social.

     

  • Livros didáticos de história: entre políticas e narrativas
    Livros didáticos de história: entre políticas e narrativas

    Editora FGV lança obra que discute os livros didáticos de História

    Os livros didáticos são a principal fonte de informação dos jovens desde que entram na escola; porém, muitas vezes, os conteúdos dessas obras são questionados por especialistas e também pela mídia. Pensando nesse viés, a Editora FGV lança na próxima segunda, 17 de julho, no Rio de Janeiro, a publicação “Livros didáticos de História: entre políticas e narrativas”.  

    Organizado pelos professores Helenice Rocha, Luiz Reznik e Marcelo de Souza Magalhães, estudiosos de longa data sobre o ensino de História no Brasil, o livro foi fruto de anos de investigação de grandes especialistas na área e vem para apresentar reflexões sobre o ensino de História nas escolas do Brasil.

    Logo na primeira parte, “Políticas públicas para o livro didático de História”, os autores recapitulam as políticas estatais em relação aos materiais escolares, que atingiu novos patamares com a criação do Programa Nacional do Livro Didático. O leitor tem a oportunidade de acompanhar a trajetória do Programa a partir das análises daqueles que, em diferentes momentos, se envolveram com a sua formulação.

    Por elaborarem uma narrativa sobre o passado remoto, mas também sobre o passado recente, que tende a repercutir de forma mais apaixonada e direta sobre os brasileiros, os livros didáticos de História, especificamente, estão entre os mais visados pela crítica pública, em especial a jornalística, que representa a posição de determinados segmentos da sociedade.

    Assim, as críticas feitas na imprensa aos livros didáticos repercutem diretamente sobre os governantes e as políticas públicas de educação, pondo em xeque até mesmo a validade e os métodos adotados em tais políticas.

    Os livros didáticos de História se tornaram objeto de disputa social pela narrativa válida, especialmente no que se refere ao tratamento conferido a determinados conteúdos curriculares. Em síntese, de um lado, o da crítica social, temos as políticas públicas para o livro didático que precisam considerar tais críticas como expressão da sociedade para a formulação de suas ações. De outro, o objeto concreto das diferentes críticas: o que dizem os livros didáticos de História.

    Esses dois lados consolidam os eixos estruturantes deste livro e do projeto que o originou: as políticas públicas para o livro didático e as narrativas que constituem os textos dos livros didáticos de História.

     

    Serviço

    Lançamento Livros didáticos de História: entre políticas e narrativas”

    Data: 17/07

    Hora: 19h

    Local: Blooks Livraria – Praia de Botafogo, 316 – Botafogo – Rio de Janeiro

    Organizadores: Helenice Rocha, Luiz Reznik e Marcelo de Souza Magalhães

    Páginas: 288

  • Crime e política: corrupção, financiamento irregular de partidos políticos, caixa dois eleitoral e enriquecimento ilícito
    Crime e política: corrupção, financiamento irregular de partidos políticos, caixa dois eleitoral e enriquecimento ilícito

    Corrupção, caixa dois e financiamento irregular de partidos políticos são alguns dos temas abordados na obra

    A Editora FGV está lançando o livro “Crime e Política”, organizado por Alaor Leite e Adriano Teixeira. A partir da perspectiva do direito penal, a nova publicação traz à tona algumas das questões centrais no combate à corrupção, como financiamento de campanha, caixa dois, enriquecimento ilícito e recuperação de ativos.

    Quando uma doação eleitoral corresponde a uma propina? Qual é a relação entre corrupção e caixa dois? Há especificidades do crime de corrupção quando o funcionário é agente político? O voto do deputado em projeto de lei de interesse de doador de campanha pode ser ato de corrupção? Essas e outras perguntas são esmiuçadas nas páginas de “Crime e Política”.

    Por intermédio de uma análise comparada de autores alemães, brasileiros, espanhóis e portugueses, a obra amplia o conhecimento sobre o repertório de ferramentas jurídicas e posturas institucionais voltadas a enfrentar práticas ilegais e abusivas. Esse novo panorama, revelado com a operação Lava Jato, trouxe á tona a relação desvirtuada entre o setor público/estatal e o privado, outro ponto abordado.

    A obra também pontua a falta de consistência nas propostas de reformas legais e institucionais. Na visão dos especialistas, as reformas são capazes de assegurar maior eficiência do sistema penal, transparência e controle do financiamento de campanha, dos procedimentos licitatórios e dos meandros da regulamentação estatal da atividade econômica.

    Por fim, com base em experiências estrangeiras, os autores também tratam dos aspectos penais e tributários da corrupção, da criminalização autônoma do enriquecimento ilícito e do financiamento irregular de campanhas eleitorais, entre outros temas. “Crime e Política” é uma leitura imperdível para quem quer entender hoje a realidade política brasileira.

  • Cidade de Deus: a história de Ailton Batata, o sobrevivente
    Cidade de Deus: a história de Ailton Batata, o sobrevivente

    Editora FGV publica biografia de personagem da Cidade de Deus

    Livro conta história de Ailton Batata, sobrevivente da primeira guerra do tráfico do Rio, nos anos 70

    A Editora FGV lança, em 1º de junho, na Livraria da Travessa – Ipanema, a obra Cidade de Deus: a história de Ailton Batata, o sobrevivente, de Alba Zaluar e Luiz Alberto Pinheiro de Freitas. O livro conta a história de Ailton Batata, um dos principais personagens do tráfico de drogas entre os anos 70 e 80 e que teve sua história reproduzida no icônico filme “Cidade de Deus”.

    Após mais de 15 anos de prisão, Ailton contou, em mais de 60 horas de entrevistas, feitas entre 2008 e 2009, a sua versão do que considera a verdadeira história da guerra entre ele, que era conhecido como Sandro Cenoura, e Zé Pequeno, a primeira do tráfico amplamente noticiada na imprensa carioca.  

    No livro, Ailton Batata da Cidade de Deus passa de bandido a estudo de caso. Nas 288 páginas, ele apresenta sua contribuição para a ciência com o seu relato e, hoje, fora do crime, pode  se posicionar com propriedade sobre o mundo da transgressão.

    “Eu estava tranquilamente na prisão até que um belo dia, vendo televisão, eu vi anunciando a estreia do filme Cidade de Deus. Mané Galinha, Zé Pequeno, Bené, Cenoura… eu olhei: “Que porra de Cenoura é essa? Que dava tiro no Zé Pequeno. Era eu!...”, relembra Ailton.

    As entrevistas foram feitas depois do seu período na prisão, quando já estava trabalhando na assistência social da Prefeitura do Rio. Muitos sabem que o personagem Sandro Cenoura é o Ailton Batata da Cidade de Deus, e sua versão da história está nesse livro.

  • As identidades do Brasil 3: de Carvalho a Ribeiro - História plural do Brasil
    As identidades do Brasil 3: de Carvalho a Ribeiro - História plural do Brasil

    Terceira incursão do historiador José Carlos Reis no projeto de mapeamento historiográfico brasileiro, a obra “Identidades do Brasil 3 – De Carvalho a Ribeiro: História plural do Brasil”, publicada pela Editora FGV, reivindica a necessidade de os brasileiros reavaliarem o próprio percurso histórico. O objeto desse livro é a (re)escrita da história do Brasil, a construção e a reconstrução dos discursos sobre a história brasileira durante o século XX.

    O livro visa problematizar a noção de “história geral do Brasil” e propor uma “história plural do Brasil”, não etnocêntrica, em que as diversas regiões do país contam diferentemente a história brasileira, com o seu olhar próprio para o passado e os projetos para o futuro.

    José Carlos Reis sustenta que não deve haver uma narração única e ideal da experiência brasileira, porque as regiões brasileiras viveram ou repercutiram diferentemente essa experiência. O livro trata-se de um estudo reflexivo da produção histórico-antropológica do Brasil, em que o autor diferencia um “ponto de vista geral” de um “ponto de vista plural” e defende a necessidade de os cidadãos brasileiros começarem a ver a história brasileira de forma diferente.

    Segundo ele, o ponto de vista da “história geral” tem sua matriz na “história universal” escrita pelos europeus para legitimarem suas invasões e conquista do planeta. Os franceses, ingleses e alemães escrevem a história dos outros povos de tal maneira que eles se sintam resgatados, salvos da barbárie, do caos primitivo, do paganismo, com a chegada deles, os brancos cristãos europeus.

    Nesse ângulo de observação e de historiografia, o que os indígenas da América, os negros da África e os orientais pensam da sua própria história não importa, pois, ao entrarem em contato com os europeus, suas histórias ganharam um centro e passaram a ser decididas e dirigidas por protagonistas externos.

    Em “Identidades do Brasil 3”, o autor mostra que a história do Brasil pode, e deve, ser vista e contada de vários ângulos, apresentando os pontos de vista em que cada região sente identificada, diferentemente da visão etnocêntrica, branca e elitista que é mostrada.  

  • Cultura do consumo: fundamentos e formas contemporâneas
    Cultura do consumo: fundamentos e formas contemporâneas

    À primeira vista, a expressão “cultura do consumo” está associada ao mundo das mercadorias, dos centros de compras, dos anúncios comerciais e das marcas publicitárias. A pesquisadora Isleide Arruda Fontenelle revela no livro “Cultura do consumo: fundamentos e formas contemporâneas”, publicado pela Editora FGV, que esta expressão tem um significado muito mais profundo: ela é a cultura na qual vivemos, formatando muito do que somos e da maneira como nos comportamos e nos relacionamos.

    O objetivo do livro é apresentar uma visão sobre o lugar do consumo na sociedade contemporânea e no mundo dos negócios a partir de uma perspectiva que não seja a da gestão do marketing, da publicidade, nem a do comportamento do consumidor.

    A figura histórica do consumidor nasceu do modelo do moderno indivíduo burguês e foram necessários 150 anos para que a cultura ganhasse sua forma atual e fosse considerada, já nas décadas finais do século XX, como a principal mercadoria do capitalismo.

    A obra percorre o processo de formação e transformação da cultura do consumo nos séculos XIX e XX, analisando o papel que tiveram as lojas de departamento; as relações públicas; o marketing e as pesquisas de comportamento do consumidor; o anúncio comercial; a marca publicitária e o branding; a psicologia e a psicanálise, chegando aos dias atuais e se deparando com os desafios da crise ambiental e dos impactos das novas tecnologias.

    Assim, a cultura do consumo vem se reinventando a partir desta nova realidade através de fenômenos como o consumo responsável, o consumo da experiência e a figura híbrida do produtor-consumidor – o “prossumidor”.

    Esta análise da formação histórica da cultura do consumo evidencia que não estava escrito que ela se tornaria a forma hegemônica cultural do mundo contemporâneo, e, para entender porque isso aconteceu, o livro aborda duas teorias capazes de explicar esta lógica: a teoria do capitalismo, que nos permite entender o papel fundamental do consumo na realização de valor para o capital; e a teoria das paixões, que revela o longo trade-off entre desejo e cultura.