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Releases / Lançamentos

  • A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo
    A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo

    Historiadora Claudia Wasserman lança livro sobre a teoria da dependência pela Editora FGV

    A Editora FGV acaba de lançar a obra “A teoria da dependência: do nacional-desenvolvimentismo ao neoliberalismo”, da historiadora Claudia Wasserman.  A obra conta as trajetórias de Ruy Mauro Marini, Vânia Bambirra, Theotônio dos Santos e André Gunder Frank e revela as desventuras desses intelectuais que nos anos 1960 discutiram a urgência da Revolução Brasileira.

    Perseguidos pela ditadura militar e exilados, com a anistia eles retornaram ao Brasil procurando as marcas do passado e encontrando as dificuldades para reinserção numa sociedade recém-democratizada. Esses intelectuais tiveram grande importância para a criação da Teoria da Dependência, que serviu para a investigação da realidade latino-americana.

    A pesquisa sobre suas vidas retrata as dificuldades e a solidariedade no exílio, sobretudo no Chile e no México, aborda a produção intelectual e as polêmicas que envolveram os quatro autores, e revela a disputa em torno da paternidade da Teoria da Dependência.

    Assim, esse é um estudo que mescla a obra, a militância e os percalços da vida de pessoas que estiveram no centro dos acontecimentos políticos de sua época e procuraram transformar a realidade a partir de sua participação em organizações políticas e por meio de seu trabalho.

    “A teoria da dependência” também é um livro sobre a história do Brasil e da América Latina e de como os países latinos tratam os seus melhores pensadores, mas igualmente é um resgate do brilho e da validade das contribuições desses quatro intelectuais brasileiros para o desenvolvimento do continente.

  • A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso
    A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso

    A Editora FGV, em parceria com a FGV Direito SP, está lançando o livro A razão e o voto: diálogos constitucionais com Luís Roberto Barroso, feito a partir de um artigo do ministro do Supremo Tribunal Federal, A razão sem voto: o Supremo Tribunal Federal e o governo da maioria. Com organização dos professores da FGV, Oscar Vilhena Vieira e Rubens Glezer, a obra é um grande diálogo sobre o papel constitucional do Judiciário brasileiro, em especial o STF.

    Em 18 artigos, as ideias colocadas em discussão por vezes se contrapõem à teoria constitucional, provocando ainda mais o debate. Nesse novo livro, Luís Roberto Barroso parece determinado a submeter essas ideias a teste perante colegas em franco debate acadêmico. Por outro lado, ele se dispõe a debater de forma aberta e objetiva a descrição das operações teóricas, políticas e morais que estruturam as decisões do Supremo Tribunal Federal nos dias de hoje.

    Em “A razão e o voto:...”, o ministro aceita o convite de submeter seu texto à análise de colegas de academia, alguns deles ex-alunos. Vale ressaltar que o critério para a convocação desses colegas foi a expectativa de que se engajariam num diálogo sincero, robusto e construtivo, resultando num livro que discute o papel constitucional do STF.

    A nova obra da Editora FGV é uma aula de Direito Constitucional e um exercício fundamental sobre o papel cada vez mais relevante da Justiça no dia a dia do povo brasileiro. 

  • Macroeconomia
    Macroeconomia

    Professor titular da Escola Brasileira de Economia e Finanças (FGV EPGE), o economista Fernando de Holanda Barbosa, lança o livro Macroeconomia. Com objetivo de apresentar os diferentes modelos dessa vertente da economia, a obra apresenta os principais modelos de crescimento econômico, de flutuação econômica e de determinação do nível de preços.

    O livro expõe modelos como keynesiano, crescimento econômico da economia aberta, sustentabilidade da dívida pública e da dívida externa, inflação crônica e hiperinflação, entre outros.

    Cada modelo é especificado com uma abordagem matemática idêntica: os sistemas dinâmicos de equações diferenciais. Estes sistemas permitem uma análise bastante simples do equilíbrio, da estabilidade e da dinâmica comparativa dos modelos.

    Organizado em quatro partes, o livro é segmentado em modelos de preços flexíveis; modelos de preços rígidos; e modelos de políticas monetárias e fiscais. O livro apresenta uma melhor compreensão dos modelos de ciclo e de crescimento econômico, das agendas, mas também permite a comparação das previsões de cada um desses modelos.

    A obra tem um capítulo dedicado exclusivamente à restrição orçamentária do governo, o arcabouço teórico adequado para a análise das patologias da não sustentabilidade da dívida pública e da hiperinflação. Portanto, é mais do que indicada para compreender as crises econômicas vividas pelos países da América Latina. 

  • A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares
    A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares

    A sucessão nas grandes empresas familiares sempre é alvo de muito interesse do mundo corporativo, por tudo que envolve os grandes negócios dessas companhias. Gerdau, Papaiz, Lacta e Mesbla são alguns dos cases de processos sucessórios analisados no novo livro da Editora FGV “A relação entre pai e filho no processo sucessório em empresas familiares”, que será lançado no próximo dia 10 de outubro, às 17h, na Livraria FGV.

    Escrita por Antonio Carlos Trindade de Moraes Filho e André Luis Fernandes Limeira, a obra mostra a relação de pais e filhos de grandes companhias familiares que hoje são responsáveis por mais da metade da geração de emprego, renda e tributos do planeta, mostrando a importância dessas organizações no cenário econômico e social mundial.

    O livro aborda as organizações familiares sobre duas vertentes: as empresas como um negócio de tradição e com relevância na sociedade e predominantes na atualidade no meio empresarial no Brasil e no mundo; e a sobreposição entre família e empresa, quando organizações familiares enfrentam diversos outros desafios, que não apenas os do mercado, que poderão ajudá-las na perpetuação do patrimônio familiar ou poderão mitigar os negócios e a relação de união entre os membros da família.

    A união de família e negócios é complexa e muitas vezes pode evoluir ao longo dos anos com bons resultados financeiros, mas sempre com alguns conflitos. O processo de sucessão é o que apresenta a maior tensão, porque pode envolver profundas mudanças na cultura e na identidade da empresa.

    Como conciliar família e negócios? Como conseguir destaque quando o objetivo da empresa tiver a tendência de favorecer os familiares em vez de seguir a lógica do mercado? Esses são alguns dos dilemas sofridos pelos membros dessas companhias. No livro, empresários, gestores, consultores e acadêmicos são estimulados a entender a dinâmica de funcionamento desse modelo de empresas, intricadas desde o seu início pelas complexidades e singularidades envolvidas.  

    Além disso, a obra traz uma análise das mais importantes pesquisas científicas publicadas, no Brasil e no exterior, para, a partir da psicanálise, explanar a origem dos conflitos, dos dilemas enfrentados, apontar possibilidades de solução, para compreender os fatores subjacentes na relação entre pai e filho empresários.

     

  • Universidade S.A.
    Universidade S.A.

    O pro­cesso de transformação das instituições de educação superior brasileiras em grandes grupos educacionais, com atuação nacional e in­ternacional, é o tema do livro Universidade S.A.: as companhias de capital aberto da educação superior no Brasil, que será lançado pela Editora FGV no dia 31 de agosto, na Livraria da Travessa de Ipanema, no Rio de Janeiro.  

    A obra, que faz parte da Coleção FGV de Bolso – Série Economia & Gestão, mostra que o setor de educação superior no Brasil teve grande valorização na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&F Bovespa) nos últimos cinco anos e tornou-se um negó­cio de excelente retorno para os investidores.

    Essas companhias de capital aberto recebem um número grande de jovens e adultos no ensino superior, aumentando a taxa de matrícula do país e tornando o contexto nacional peculiar nesse segmento: instituições de ensino supe­rior pouco profissionalizadas disputando espaço e alunos com os grandes grupos educacionais.

    Nas quase 100 páginas, os autores Paula Caleffi e Alexandre J. L. Mathias – sócios na empresa Comatrix Educação –, refletem sobre qual modelo de educação superior é ne­cessário para o país, que ainda tem uma grande defasagem de inserção da população nas universidades.

    O livro aborda ainda pontos relevantes para a discussão sobre o ensino superior no Brasil, como a distorção entre o ensino público e o privado, a inclusão do papel do gestor no processo de ensino/aprendizagem, as discussões sobre a figura do aluno como cliente e o papel das universidades S.A. no futuro da educação brasi­leira.

     

  • Direitos humanos e vida cotidiana
    Direitos humanos e vida cotidiana

    Primeira incursão da Editora FGV na área de livros didáticos, Direitos humanos e vida cotidiana, obra elaborada e publicada em parceria com a Escola de Direito de São Paulo da FGV, Direito SP, trata, em linguagem direta e com abordagem de casos concretos, os conceitos fundamentais dessa área, que abrange tantas outras.

    Destinado aos docentes e estudantes do Ensino Médio, mas acessível  e indicada ao público em geral, o livro está inserido numa perspectiva de educação em direitos humanos, apoiada pelas Diretrizes Nacionais para Educação do Ministério da Educação, e pretende contribuir na consolidação de uma cultura sobre esses direitos, voltada para a formação e fortalecimento de valores que envolvem ética, tolerância, solidariedade, aceitação das diversidades e a erradicação de atos de preconceito, violência, discriminação, desigualdade e abuso.

    A educação nesta área, mesmo que não relacionada diretamente a uma disciplina obrigatória, vai despertar ou desenvolver nos alunos e professores da Educação Básica a noção de que, individual ou coletivamente, toda a sociedade é capaz de crescer e reinventar o mundo, com bases mais justas, e não apenas repetir os erros recorrentes na história.

    Leitura obrigatória, mesmo que não exigida na grade curricular, que complementa o ensino das ciências humanas e amplia as discussões nas salas de aula e nos lares brasileiros.

    Direitos humanos e vida cotidiana, que chega num momento oportuno para a sociedade como um todo, aproxima o entendimento da nossa capacidade de indignação, relacionada à primeira matéria, ao que vivemos diariamente num país polarizado e em crise, mas que busca novas alternativas para a igualdade social.