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Releases / Lançamentos

  • A democracia impedida: o Brasil no século XXI
    A democracia impedida: o Brasil no século XXI

    Wanderley Guilherme dos Santos analisa uma série de fatos que culminou com a queda da ex-presidente

    A democracia impedida: o Brasil no século XXI, obra do cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, traz uma análise das etapas do processo que culminou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff. O livro, da Editora FGV, foi escrito ao longo de 2016, ano em que se viu a polarização de opiniões entre os que acreditam na legalidade do impeachment da ex-presidente e aqueles que estão convencidos de ter havido um golpe de Estado, entre eles o autor.

    Wanderley Guilherme dos Santos ressalta que, embora as etapas do processo exigidas pela Constituição tenham sido cumpridas, o desenlace não convenceu. Cabia procurar o deslize, caso existisse. O cientista político diz ter encontrado a justificativa usada para o impeachment no julgamento da Ação Penal 470, conhecida como “mensalão”. Na obra, ele expõe o percurso do impeachment, desde a “fabricação do precedente ideológico para rupturas constitucionais”, passando pelas passeatas de 2013, até a sessão de 17 de abril de 2016, da Câmara dos Deputados, que autorizou a instauração do processo de impeachment.

    Entre os pontos que fazem parte da narrativa do autor estão o exame do comportamento dos eleitores às vésperas das eleições de 2014; a reeleição da presidente, as heranças do seu governo anterior e as insatisfações políticas com medidas no novo mandato; as comparações e distinções entre os eventos de 1964 e 2016; a democracia representativa, o golpe constitucional e o golpe parlamentar; as bases aliada e de oposição; e os eventos políticos históricos e contemporâneos de outros países.

    O autor apresenta o golpe parlamentar como um fenômeno genuinamente inédito na história das democracias representativas, incluindo nesse conjunto as democracias consideradas clássicas, modernas, de massa, em processo de consolidação ou transição. Ainda de acordo com seu autor “não é um livro de propaganda, mas de interpretações críticas”, tampouco “um livro inocente, (pois) ideias competem não apenas com ideias, mas com interesses” e conclui, interrompendo sua narrativa, que “o tema de que trata está na essência do cotidiano do cidadão de hoje”.

  • Paul Ricoeur: um filósofo em seu século
    Paul Ricoeur: um filósofo em seu século

    Um dos mais influentes filósofos do século XX, o francês Paul Ricoeur teve a sua obra analisada pelo historiador François Dosse em seu livro “Paul Ricoeur: um filósofo em seu século”, publicado pela Editora FGV.

    A obra apresenta a trajetória do filósofo que sempre teve um olhar para o futuro com esperança e expectativa, alcançando todos os que estejam interessados nos problemas cruciais da história da segunda metade do século XX e que transbordam para os dias de hoje.

    O trabalho de Ricoeur passa pela articulação das matrizes filosóficas da Europa e do mundo anglo-saxão e fornece uma alternativa para pensarmos a realidade contemporânea e a necessidade de invenção de novas formas de solidariedade entre os homens.

    Sua reflexão é apoiada em três vertentes: a escuta, o engajamento e o distan­ciamento. A escuta como “atenção ao outro”, acolhimento da diferença e da alteridade; o engajamento que não se limita a uma escolha entre opostos, mas busca ser um ponto de vista como o melhor “entre o pior e o medíocre”; e o distanciamento entendido não como síntese de um saber absoluto, mas como questio­namento e tensão de pensar “o mes­mo e o outro, o singular e o universal”.

    De acordo com Ricoeur, da mesma ma­neira que o indivíduo, a sociedade não pode se privar de ter um projeto, um horizonte de expectativa e de esperança, de ser uma fonte potencial de recursos para a construção do futuro, de uma convivência mais har­moniosa e justa. As reflexões e a filosofia de Paul Ricoeur ganham força e mantêm-se cada vez mais atuais e significativas quando tratamos do comportamento humano na sociedade contemporânea.

    Contra o ceticismo, o relativismo e o fatalismo, investido da tarefa de prefigurar o futuro pensando a partir do presente, o livro, a partir dos conceitos de Ricoeur, busca redefinir a dimensão da responsabilidade humana na tarefa de um convívio mais harmonioso e justo no âmbito da vida social.

  • Desafios gerenciais em defesa
    Desafios gerenciais em defesa

    Editora FGV lança obra sobre gestão em ambientes militares

    Sem um histórico de participação em conflitos bélicos, o termo “defesa” sempre esteve ligado a interesses estritamente militares. Porém, o livro “Desafios Gerenciais em Defesa”, publicado pela Editora FGV, busca desmistificar, de forma atual e instigante, esse paradigma e apresenta os desafios no gerenciamento de instituições como as Forças Armadas.

    A obra é uma coletânea, em 15 capítulos, de pesquisas provenientes de iniciativas indutoras do desenvolvimento do campo de estudos da defesa e ações pontuais das instituições envolvidas. A organização é dos professores Paulo Roberto Motta, da FGV, Valentina Gomes Haensel Schmitt e Carlos Antonio Raposo de Vasconcellos, ambos pós-graduados pela instituição.

    Com o objetivo de propor alternativas e transformar as práticas de gestão na área da defesa, o livro aborda os aspectos contemporâneos da gestão estratégica da defesa nacional, a gestão de pessoas, a relevância da cultura e do multiculturalismo, o trabalho emocional e psicológico nas ações militares, a liderança e a logística.

    O livro é leitura obrigatória para quem quer entender a administração em ambientes militares, uma temática pouco estudada no Brasil, mesmo havendo a diversidade de pontos convergentes entre o desenvolvimento das ciências militares e sua influência nos estudos da área da administração — e vice-versa. A conjunção das temáticas é relevante para o melhor entendimento e desempenho das atividades das Forças Armadas, mais especificamente da defesa nacional.

  • Estado e democracia nos tempos de Hugo Chávez (1998-2013)
    Estado e democracia nos tempos de Hugo Chávez (1998-2013)

    Editora FGV lança livro sobre o governo bolivariano na Venezuela

    A obra “Estado e democracia nos tempos de Hugo Chávez (1998-2013)”, publicada pela Editora FGV e de autoria da historiadora Mariana Bruce, traz uma análise da atuação do governo de Chávez e as profundas transformações do Estado Venezuelano em 13 anos de governo bolivariano. A pesquisadora analisa também o papel protagônico dos consejos comunales, que ajudaram a construir uma democracia que supera a dimensão representativa e concede ao povo uma atuação participativa nas decisões políticas, através do chamado “socialismo do século XXI”.

    O livro apresenta ainda uma pesquisa refinada da relação entre a ação social organizada e o poder político como espaço de disputa e de construção social, apesar das contradições dos interesses e dos desafios de um processo em construção e reinvenção permanente. A distinção do popular e do populista, do poder constituinte e do constituído, além da complexa relação líder e povo, são temas abordados de modo a ir além do maniqueísmo com o qual são tratados normalmente.

    Mariana Bruce traz em seu livro uma visão histórica das lutas democráticas na Venezuela. Faz um apanhado desde o acordo que sucede a derrubada da ditadura militarizada (1958) – e impõe uma democracia pactuada que exclui as grandes maiorias sociais – até as novas expressões da revolta popular que levam à vitória de Hugo Chávez e ao novo compromisso que ele assume com essas maiorias excluídas econômica, social, política e culturalmente.

    A obra proporciona ao leitor um instrumento para compreender os movimentos sociais latino-americanos, dentro ou fora do poder estatal. É uma contribuição para repensar o Estado e a democracia à luz da riqueza das transformações que ocorrem na América Latina, coloca-se como tarefa urgente e de grande envergadura teórica e política.

    O lançamento com bate-papo será dia 23/3/2017, na Livraria da Travessa em Botafogo.

  • Identidades, memórias e projetos políticos
    Identidades, memórias e projetos políticos

    A Editora FGV lança no próximo dia 23 de março a obra Identidades, memórias e projetos políticos, publicada pela Editora FGV, com a Faperj e o CNPq. A publicação apresenta uma coletânea de investigações realizadas por jovens historiadores pós-graduandos de cursos de história da Fundação Getulio Vargas.

    Dividido em duas partes, o livro trata de temas aparentemente distintos, mas que se articulam em torno de questões atuais, como a construção — ou a desconstrução — de identidades, o exercício permanente da memória e a elaboração de projetos políticos em luta pela conquista de espaços de reconhecimento.

    A primeira parte preocupa-se com a identidade, a memória e a política e aponta essas coincidências sobre a busca de uma identidade em temas tão distintos, através de artigos que tratam, por exemplo, da invisibilidade política dos índios no século XIX em Pernambuco; do carnaval crioulo dos cucumbis, no Rio de Janeiro; da afirmação identitária dos quilombolas de Morro Alto, no Rio Grande do Sul; e das inter­pretações de Euclides da Cunha a respeito do agreste brasileiro.

    Já em um segundo momento, os jovens historiadores examinam projetos políticos em situações de acirramento das contradi­ções sociais, com pesquisas que tratam da história recente do Brasil, analisando, por exemplo, as crises da le­galidade no período anterior ao golpe de 1964; o mito da resistên­cia à ditadura então instaurada; e as complexas relações entre a ditadura e a TV Globo; além de discussões internacionais com estudos sobre as interpretações do New York Times quando da cria­ção do Estado de Israel, por exemplo.

     

    Organizada por Helenice Rocha, Ismênia de Lima Martins, Luis Edmundo de Souza Moraes e Rebeca Gontijo, a obra é resultado de um ciclo de debates e manifesta a relevância dos proje­tos coletivos que permitem fomentar o diálogo entre os pesquisadores da área de história das universidades do Rio de Janeiro.

     

    Lançamento: Identidades, memórias e projetos políticos

    Organizadores: Helenice Rocha, Ismênia de Lima Martins, Luis Edmundo de Souza Moraes e Rebeca Gontijo

  • Arte e mercado no Brasil - Art and market in Brazil
    Arte e mercado no Brasil - Art and market in Brazil

    Reunindo ensaios de um grupo de curadores, professores e especialistas, o livro Arte e mercado no Brasil, organizado por Cesar Cunha Campos, diretor da FGV Projetos, lança olhares interdisciplinares sobre um aspecto pouco discutido da arte: sua relação com o mercado.

    Apesar da recente retração da economia brasileira, o mercado de arte mantém, há alguns anos, sua expansão, tanto no que se refere à produção, quanto ao volume de negócios, bem como pelo crescente interesse do grande público, como mostram os números recentes de visitações de exposições e museus. Artistas brasileiros ganham destaque no país e no exterior, as feiras de arte adquirem corpo e visibilidade, movimentando um volume consistente de recursos e impulsionando serviços direta e indiretamente ligados ao setor. Soma-se a isso, o processo de profissionalização, com a complexificação de papéis e o surgimento de diversos agentes e instituições. Colecionadores, galeristas, marchands e leiloeiros têm papel fundamental na constituição e na dinâmica deste mercado. “Minha motivação inicial para a organização deste livro foi compreender como se organiza este mercado, sobretudo do ponto de vista daquilo que o movimenta. A arte se realiza quando vai a público, o que não acontece sem a ação desses agentes” afirma Cesar Cunha Campos.

    O livro Arte e Mercado no Brasil, publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Projetos reúne textos de curadores e professores como Frederico Coelho, Ligia Canongia, Daniela Labra, Felipe Scovino e George Kornis, além de especialistas da FGV, oferecendo várias perspectivas de diferentes momentos da arte brasileira, em sua relação com a formação do mercado. Por vezes contraditórias, as visões que ele apresenta contribuem para a formação de um panorama que permite ao leitor refletir sobre as nuances e paradoxos deste tema, pouco explorado pelo mundo da arte. O prefácio fica por conta de Paulo Herkenhoff, também responsável pela direção de arte do livro.

    O lançamento acontecerá no dia 29 de setembro, às 19h, durante a feira ArtRio, no estande da livraria Blooks. O preço de capa é RS 120,00. O livro conta com o patrocínio da Souza Cruz, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e do Banco Fator, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.