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Releases / Lançamentos

  • Desafios gerenciais em defesa
    Desafios gerenciais em defesa

    Editora FGV lança obra sobre gestão em ambientes militares

    Sem um histórico de participação em conflitos bélicos, o termo “defesa” sempre esteve ligado a interesses estritamente militares. Porém, o livro “Desafios Gerenciais em Defesa”, publicado pela Editora FGV, busca desmistificar, de forma atual e instigante, esse paradigma e apresenta os desafios no gerenciamento de instituições como as Forças Armadas.

    A obra é uma coletânea, em 15 capítulos, de pesquisas provenientes de iniciativas indutoras do desenvolvimento do campo de estudos da defesa e ações pontuais das instituições envolvidas. A organização é dos professores Paulo Roberto Motta, da FGV, Valentina Gomes Haensel Schmitt e Carlos Antonio Raposo de Vasconcellos, ambos pós-graduados pela instituição.

    Com o objetivo de propor alternativas e transformar as práticas de gestão na área da defesa, o livro aborda os aspectos contemporâneos da gestão estratégica da defesa nacional, a gestão de pessoas, a relevância da cultura e do multiculturalismo, o trabalho emocional e psicológico nas ações militares, a liderança e a logística.

    O livro é leitura obrigatória para quem quer entender a administração em ambientes militares, uma temática pouco estudada no Brasil, mesmo havendo a diversidade de pontos convergentes entre o desenvolvimento das ciências militares e sua influência nos estudos da área da administração — e vice-versa. A conjunção das temáticas é relevante para o melhor entendimento e desempenho das atividades das Forças Armadas, mais especificamente da defesa nacional.

  • Estado e democracia nos tempos de Hugo Chávez (1998-2013)
    Estado e democracia nos tempos de Hugo Chávez (1998-2013)

    Editora FGV lança livro sobre o governo bolivariano na Venezuela

    A obra “Estado e democracia nos tempos de Hugo Chávez (1998-2013)”, publicada pela Editora FGV e de autoria da historiadora Mariana Bruce, traz uma análise da atuação do governo de Chávez e as profundas transformações do Estado Venezuelano em 13 anos de governo bolivariano. A pesquisadora analisa também o papel protagônico dos consejos comunales, que ajudaram a construir uma democracia que supera a dimensão representativa e concede ao povo uma atuação participativa nas decisões políticas, através do chamado “socialismo do século XXI”.

    O livro apresenta ainda uma pesquisa refinada da relação entre a ação social organizada e o poder político como espaço de disputa e de construção social, apesar das contradições dos interesses e dos desafios de um processo em construção e reinvenção permanente. A distinção do popular e do populista, do poder constituinte e do constituído, além da complexa relação líder e povo, são temas abordados de modo a ir além do maniqueísmo com o qual são tratados normalmente.

    Mariana Bruce traz em seu livro uma visão histórica das lutas democráticas na Venezuela. Faz um apanhado desde o acordo que sucede a derrubada da ditadura militarizada (1958) – e impõe uma democracia pactuada que exclui as grandes maiorias sociais – até as novas expressões da revolta popular que levam à vitória de Hugo Chávez e ao novo compromisso que ele assume com essas maiorias excluídas econômica, social, política e culturalmente.

    A obra proporciona ao leitor um instrumento para compreender os movimentos sociais latino-americanos, dentro ou fora do poder estatal. É uma contribuição para repensar o Estado e a democracia à luz da riqueza das transformações que ocorrem na América Latina, coloca-se como tarefa urgente e de grande envergadura teórica e política.

    O lançamento com bate-papo será dia 23/3/2017, na Livraria da Travessa em Botafogo.

  • Identidades, memórias e projetos políticos
    Identidades, memórias e projetos políticos

    A Editora FGV lança no próximo dia 23 de março a obra Identidades, memórias e projetos políticos, publicada pela Editora FGV, com a Faperj e o CNPq. A publicação apresenta uma coletânea de investigações realizadas por jovens historiadores pós-graduandos de cursos de história da Fundação Getulio Vargas.

    Dividido em duas partes, o livro trata de temas aparentemente distintos, mas que se articulam em torno de questões atuais, como a construção — ou a desconstrução — de identidades, o exercício permanente da memória e a elaboração de projetos políticos em luta pela conquista de espaços de reconhecimento.

    A primeira parte preocupa-se com a identidade, a memória e a política e aponta essas coincidências sobre a busca de uma identidade em temas tão distintos, através de artigos que tratam, por exemplo, da invisibilidade política dos índios no século XIX em Pernambuco; do carnaval crioulo dos cucumbis, no Rio de Janeiro; da afirmação identitária dos quilombolas de Morro Alto, no Rio Grande do Sul; e das inter­pretações de Euclides da Cunha a respeito do agreste brasileiro.

    Já em um segundo momento, os jovens historiadores examinam projetos políticos em situações de acirramento das contradi­ções sociais, com pesquisas que tratam da história recente do Brasil, analisando, por exemplo, as crises da le­galidade no período anterior ao golpe de 1964; o mito da resistên­cia à ditadura então instaurada; e as complexas relações entre a ditadura e a TV Globo; além de discussões internacionais com estudos sobre as interpretações do New York Times quando da cria­ção do Estado de Israel, por exemplo.

     

    Organizada por Helenice Rocha, Ismênia de Lima Martins, Luis Edmundo de Souza Moraes e Rebeca Gontijo, a obra é resultado de um ciclo de debates e manifesta a relevância dos proje­tos coletivos que permitem fomentar o diálogo entre os pesquisadores da área de história das universidades do Rio de Janeiro.

     

    Lançamento: Identidades, memórias e projetos políticos

    Organizadores: Helenice Rocha, Ismênia de Lima Martins, Luis Edmundo de Souza Moraes e Rebeca Gontijo

  • Arte e mercado no Brasil - Art and market in Brazil
    Arte e mercado no Brasil - Art and market in Brazil

    Reunindo ensaios de um grupo de curadores, professores e especialistas, o livro Arte e mercado no Brasil, organizado por Cesar Cunha Campos, diretor da FGV Projetos, lança olhares interdisciplinares sobre um aspecto pouco discutido da arte: sua relação com o mercado.

    Apesar da recente retração da economia brasileira, o mercado de arte mantém, há alguns anos, sua expansão, tanto no que se refere à produção, quanto ao volume de negócios, bem como pelo crescente interesse do grande público, como mostram os números recentes de visitações de exposições e museus. Artistas brasileiros ganham destaque no país e no exterior, as feiras de arte adquirem corpo e visibilidade, movimentando um volume consistente de recursos e impulsionando serviços direta e indiretamente ligados ao setor. Soma-se a isso, o processo de profissionalização, com a complexificação de papéis e o surgimento de diversos agentes e instituições. Colecionadores, galeristas, marchands e leiloeiros têm papel fundamental na constituição e na dinâmica deste mercado. “Minha motivação inicial para a organização deste livro foi compreender como se organiza este mercado, sobretudo do ponto de vista daquilo que o movimenta. A arte se realiza quando vai a público, o que não acontece sem a ação desses agentes” afirma Cesar Cunha Campos.

    O livro Arte e Mercado no Brasil, publicado pela Editora FGV em parceria com a FGV Projetos reúne textos de curadores e professores como Frederico Coelho, Ligia Canongia, Daniela Labra, Felipe Scovino e George Kornis, além de especialistas da FGV, oferecendo várias perspectivas de diferentes momentos da arte brasileira, em sua relação com a formação do mercado. Por vezes contraditórias, as visões que ele apresenta contribuem para a formação de um panorama que permite ao leitor refletir sobre as nuances e paradoxos deste tema, pouco explorado pelo mundo da arte. O prefácio fica por conta de Paulo Herkenhoff, também responsável pela direção de arte do livro.

    O lançamento acontecerá no dia 29 de setembro, às 19h, durante a feira ArtRio, no estande da livraria Blooks. O preço de capa é RS 120,00. O livro conta com o patrocínio da Souza Cruz, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e do Banco Fator, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

  • Reflexões sobre o novo código de processo civil
    Reflexões sobre o novo código de processo civil

    Sintonizar o novo Código de Processo Civil com as novas demandas do estado democrático de direito é o desafio e a proposta da obra Reflexões sobre o novo Código de Processo Civil, publicada pela Editora FGV em parceria com a FGV Direito Rio.

    O novo Código, instituído em março de 2016, é considerado uma conquista da sociedade brasileira, pois, desde o seu anteprojeto, foi formulado para simplificar a prestação da atividade jurisdicional.

    Os textos contidos neste livro tratam sobre, os aspectos relativos ao cadastro de inadimplentes e à efetivação do crédito; os novos contornos da prova pericial; a crise no sistema recursal brasileiro e a tentativa de rearranjo feita pelo Código de 2015; as novas aplicações possíveis para a figura do amicus curiae; a atipicidade dos meios executivos, no ambiente dos poderes do juiz, que permite, por exemplo, medidas indutivas, coercitivas e mandamentais (entre outras); bem como a questão da reversibilidade como condição para a concessão de medida antecipada de urgência.

     

    Os artigos ainda refletem sobre temas como, os contornos da sentença de interdição no CPC de 2015; as questões ligadas à sucumbência recursal; a privacidade no âmbito do CPC; a arbitragem; o marco legal e a posição do instituto no CPC; as convenções processuais; a intervenção de terceiros; a coisa julgada e sua relativização; o cabimento do agravo de instrumento; a chamada jurisprudência defensiva; a regra da improcedência liminar; os aspectos gerais do recurso de apelação; a nova regulação processual, a “necessária reiteração do óbvio”; a questão de “quem pode recorrer da decisão que fixa a tese jurídica?”; e, por fim, o espaço destinado ao saneamento do processo.

    O livro, com prefácio do jurista Luiz Rodrigues Wambier e orelha do diretor da FGV Direito Rio, Joaquim Falcão, é coordenado por Carlos Roberto Jatahy, Diogo Assumpção Rezende de Almeida e Luiz Roberto Ayoub e apresenta uma coletânea de trabalhos escritos por processualistas, preocupados em oferecer soluções reais para problemas concretos.

    Reflexões sobre o novo Código de Processo Civil será lançado na Emerj, após palestra do professor e prefaciador Luiz Rodrigues Wambier, às 17h30 do dia 9 de novembro.

     

  • Vinhos do Brasil: do passado para o futuro
    Vinhos do Brasil: do passado para o futuro

    Editora FGV lança livro Vinhos do Brasil – do passado para o futuro

    Obra traz um panorama da indústria do vinho no país e a história dos principais produtores do Sul

    A Editora FGV lança o livro Vinhos do Brasil – do passado para o futuro. A obra apresenta um panorama da indústria do vinho no Brasil e conta a história de vinicultores da Serra Gaúcha, descendentes de imigrantes italianos. Os depoimentos foram coletados por meio de entrevistas feitas ao longo do último ano por Marieta de Moraes Ferreira, historiadora e diretora da Editora FGV, e Valdiney C. Ferreira, coordenador do Curso Wine Business: O Negócio do Vinho, ministrado pela FGV.

    “Um dos motivos que nos levou a escrever o livro foi tentar entender o porquê da imigração italiana, no fim do século XIX, ter sido um grande marco da vinicultura brasileira”, conta Valdiney Ferreira. A obra também revela os principais personagens dessa história ainda pouco conhecida e mostra a importância da chegada e da saída das multinacionais de bebidas na Serra Gaúcha para o desenvolvimento da indústria do vinho no Brasil.

    Os coordenadores do livro ouviram 32 representantes de 17 marcas brasileiras de vinho, entre elas Salton, Miolo, Pedrucci e Vinícola Aurora. São gerações de vinicultores que mantêm as tradições de seus antepassados aliadas à modernização das instalações e dos vinhedos produtores.

    O livro ainda traz uma relação de associações de produtores, o panorama atual das certificações de origem e os organismos de classe e entidades reguladoras.

    Vinhos do Brasil – do passado para o futuro permite a compreensão da trajetória dos 140 anos da nascente indústria brasileira do vinho, seu caminho de modernização e suas perspectivas para o futuro, despertando interesse em historiadores, empresários, gestores de negócios e amantes do vinho.